Brasilianas: O papel do Brasil na economia mundial – Brasilianas.org (22/08/2011)


O Brasilianas.org desta segunda-feira (22), às 22h,vai discutir ao vivo a colocação do Brasil no novo cenário da economia mundial. O contexto da economia internacional está amarrado ao jogo político dos Estados Unidos e da Europa. De um lado, o presidente Barack Obama, dos Estados Unidos, que luta para salvar a
economia interna; do outro, uma Europa desestabilizada e que tenta aplicar medidas duras de ajuste fiscal, a contragosto da população.

Como fica o Brasil em meio ao desgaste econômico e político dos países de primeiro mundo? Na opinião de muitos especialistas, apesar das incertezas o quadro do Brasil é relativamente tranquilo. Entretanto, o desenrolar da crise internacional aponta para mudanças profundas da economia mundial que já estão em andamento. O país continuará como um grande fornecedor de commodities ou irá aumentar seus investimentos em produtos de valor agregado? E o desafio dos produtos brasileiros diante dos novos mercados emergentes? A indústria nacional está se preparando para enfrentar os novos “BRICs”?
Para responder a essas e outras perguntas que permeiam o tema, o jornalista Luis Nassif convida os economistas Demian Fiocca ( ex-presidente do BNDES ) e Francisco Lopreato, da Unicamp; além do advogado André Araújo.

Fonte: Brasilianas / TV Brasil 

5 respostas em “Brasilianas: O papel do Brasil na economia mundial – Brasilianas.org (22/08/2011)

  1. Em 2011, o Brasil passava por um momento único na história e ultrapassava a Grã-Bretanha e assumia, então, a posição de sexta maior economia do mundo.
    Passados 5 anos, a situação em 2016 é bastante diversa. Atualmente o país vem passando por diversas crises internas, seja ela politica, econômica ou social. A taxa de desemprego no trimestre finalizado em janeiro chegou a 9,5%, totalizando o número de 9,6 milhões de brasileiros desempregados. Enquanto isso, de acordo com o IBGE a renda média da população que continua no mercado de trabalho encolheu, tendo-se, então, uma queda de 2,5%. É de conhecimento geral o número de empresas que declaram falência ou pedem recuperação, além das mais de 100 mil lojas a varejo que fecharam suas portas devido a recessão.

    Acredito, portanto, que o governo brasileiro deve, primeiramente, tentar se organizar internamente para que, deste modo, seja possível se reerguer internacionalmente. Voltar a ser uma potencia deve ser uma prioridade, uma vez que o Brasil é um dos país com maior capacidade de desenvolvimento graças aos inúmeros recursos aqui presentes.

  2. Em 2011, o contexto econômico internacional envolvia, de um lado, os Estados Unidos que tentava se reerguer da crise de 2008 e, de outro, a União Europeia tentando fortalecer sua economia através de ajustes fiscais. O Brasil, pertencente ao bloco das economias emergentes, apresentou credibilidade em meio a essa crise, e conseguiu reverter investimentos em criação de empregos e avanços na indústria. Entretanto, os economistas apresentaram 3 grandes barreiras: gargalos da infraestrutura, promoção de uma reforma tributária e o investimento na qualidade na educação. Houve também um crescimento da classe C e uma melhoria na distribuição de renda, levando a um quadro de redução da pobreza.
    Infelizmente, esse quadro não permaneceu e hoje o Brasil vive um momento muito diferente. A crise, atualmente, não é só política e econômica. O Brasil vive uma crise moral, onde os valores e a ética de todos vem sendo distorcida em função do poder e dinheiro. Esses sim pode ser interpretados como os maiores obstáculos do crescimento econômico de um país. Como vai pra frente um país em que a corrupção está enraizada em seu povo? Como melhorar a educação se os responsáveis no governo estão todos envolvidos em crimes de fraude e roubo? Como escolher um partido para nos representar sendo que em ambos há figuras políticas envolvidas em escândalos públicos? A única saída do Brasil é instalar uma comissão da verdade para todos os lados, e mostrar ao povo que o país é capaz sim de ser justo e fazer justiça. Que o governo é do povo, e ao povo irá servir.

  3. Apesar da notícia se referir a um outro momento econômico, no ano de 2011, algumas questões colocadas para debate ainda continuam muito atuais. Hoje as commodities tem um importante peso na composição de toda a riqueza produzida no país, apesar de todos os problemas de infraestrutura que temos. O que precisa ser colocado em discussão e enfrentado com firmeza pelo governo é que o país não pode se tornar exclusivamente um exportador de produtos com baixo valor agregado e ficar refém dos soluços da economia mundial. O Brasil num momento mais vigoroso de sua economia, deixou de investir parte da riqueza auferida nas negociações comerciais no desenvolvimento da tecnologia e por consequencia seu parque industrial continua sucateado e sem condições de competir com o mercado internacional.
    Acredito que a diversificação das exportações de suma importância para o país, só será possível com investimento em educação, na formação de mão de obra, em pesquisas, novas tecnologias, capazes de promover um upgrade na nossa cesta de produtos que poderiam ser oferecidos ao mercado internacional.

  4. O Brasil atua de forma parecida do que na época da colonização, servindo como exportador de produtos retirados das florestas. Com a diferença básica de que agora as riquezas ficam com os brasileiros. Ganha destaque também na exportação de carnes dos mais variados tipos.
    Com a crise nos Estados Unidos e mercado do europeu os consumos internos são estimulados, enquanto que nosso país demonstra alto poder na exportação. De qualquer forma, enquanto produz para exportar, o preço dos alimentos básicos sobem em ritmo desproporcional ao salário mínimo. Saiba mais sobre o papel do Brasil na economia mundial.

  5. O Brasil atua de forma parecida do que na época da colonização, servindo como exportador de produtos retirados das florestas. Com a diferença básica de que agora as riquezas ficam com os brasileiros. Ganha destaque também na exportação de carnes dos mais variados tipos.
    Com a crise nos Estados Unidos e mercado do europeu os consumos internos são estimulados, enquanto que nosso país demonstra alto poder na exportação. De qualquer forma, enquanto produz para exportar, o preço dos alimentos básicos sobem em ritmo desproporcional ao salário mínimo.

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