Keiser Report: Psycho school of economics (E585)

Vídeo

Publicado em 08/04/2014
In this episode of the Keiser Report, Max Keiser and Stacy Herbert present “To frack or not to frack? That is the question you will NOT be asked!” They look at proposed changes to the trespass laws in the UK which will allow companies to frack under private property without seeking permission and in exchange for £100. In the second half, Max interviews Nomi Prins about her new book, All the Presidents’ Bankers. In the book, she describes the long history of the Washington D.C. to Wall Street corridor of corruption and the six banking families who have long controlled, or have tried to control, the American financial and political establishment.

Keiser Report: Petrodollar vs Petroyuan (E587)

Vídeo

Publicado em 12/04/2014
In this episode of the Keiser Report, Max Keiser and Stacy Herbert discuss the dollar at the bottom of the shampoo bottle and JPMorgan about to have a very cold winter. In the second half, Max interviews investor and businessman, Jerome Booth, about emerging markets in an upside-down world in which most investors have core-periphery disease.

Keiser Report: Money out of Thin Debt Air (E580)

Vídeo

Publicado em 27/03/2014
In this episode of the Keiser Report, Max Keiser and Stacy Herbert discuss the paper fist ruling the Empire of Debt. They look at the poor people being financially strip searched, stopped and frisked and then choked while standing in an X-Factor like line in order to get a low paying job at a supermarket. In the second half, Max interviews entrepreneur and investor, Matthew Mellon, about bitcoin and the blockchain, luxury shoes and Hanley-Mello

Keiser Report: UK Budget = Pig with Lipstick (E579)

Vídeo

Publicado em 25/03/2014
In this episode of the Keiser Report, Max Keiser and Stacy Herbert discuss how wrong the minister for universities in the UK got his maths so, so wrong. The tripling of student fees has, in fact, cost the government more in defaults than had the government kept fees at £3000. They also discuss house prices earning more in a month than one of these university educated graduates earns in a two years. In the second half, Max puts lipstick on a pig with Mitch Feierstein, author of Planet Ponzi. They discuss the UK, Spanish and Chinese debt stories and what it would take Mitch to become bullish on the S&P.

Keiser Report: Bingo Lingo of Economics (E578)

Vídeo

Publicado em 22/03/2014
In this episode of the Keiser Report, Max Keiser and Stacy Herbert discuss bingo lingo and Fedspeak. When the markets tumbled when Janet Yellen said, “six months,” perhaps she should have said “Chopping Sticks” instead? They also discuss qualitative guidance and productivity gains. In the second half, Max interviews Egon von Greyerz of Matterhorn Asset Management in Switzerland about wealth preservation and gold.

A Crise do Capitalismo – Dublado em português

Vídeo

Enviado em 03/10/2011
As várias explicações para a crise mundial do capitalismo. O formato de apresentação é muito dinâmico e as legendas tornam-se insuficientes. Assim, topamos o desafio de adaptar as legendas à dublagem em português (desculpe o amadorismo) para a melhor compreensão desse importante tema a ser debatido em escala global.

Links suplementares:
Blog Brasil Acadêmico – http://blog.brasilacademico.com

Keiser Report: Psychodeloflation [KR573]

Vídeo

Posted on March 11, 2014 by Stacy Herbert — No Comments ↓
We discuss the psychodeloflation caused by an LSD laced monetary system trying to distort our perception of what the economy and markets really are. In the second half, Max interviews Peter Bach, director of the new film, SELL OFF: The Abolition of Your NHS, a documentary about the privatization of the public health system in the UK. Max wonders if financial mercentaries may introduce Syrian style metal bar to the head as anesthesia in this new privatized system.

Read more at http://www.maxkeiser.com/#wCe33mrKWiWH94rc.99

MDIC: Barreiras não-tarifárias enfrentadas pelos exportadores brasileiros enfrentadas pelos

Imagem

Tipos de Barreiras Externas

 

  1. quotas. Ex: limitação de importações pela fixação de quotas para produtos;
  2. aplicação do Acordo sobre Têxteis e Vestuário (ATV) Ex: quotas do Acordo Multifibras;
  3. proibição total ou temporária. Ex: proibição de importação de um produto que seja permitido comercializar no mercado interno do país que efetuou a proibição;
  4. salvaguardas. Ex: aplicação de quotas de importação ou elevação de tarifas por questões de medidas de salvaguarda, exceto salvaguardas preferenciais previstas em acordos firmados;
  5. impostos e gravames adicionais. Ex: adicionais de tarifas portuárias ou de marinha mercante, taxa de estatística, etc.
  6. impostos e gravames internos que discriminem entre o produto nacional e o importado. Ex: imposto do tipo do ICMS que onere o produto importado em nível superior ao produto nacional;
  7. preços mínimos de importação/preços de referência. Ex: estabelecimento prévio de preços mínimos como referência para a cobrança das tarifas de importação, sem considerar a valoração aduaneira do produto;
  8. investigação antidumping em curso;
  9. direitos antidumping aplicados, provisórios ou definitivos;
  10. investigação antidumping suspensa por acordos de preços;
  11. investigação de subsídios em curso;
  12. direitos compensatórios aplicados, provisórios ou definitivos;
  13. investigação de subsídios suspensa por acordo de preços;
  14. subsídios às exportações praticados por terceiros países;
  15. medidas financeiras. Ex: criação de sobretaxa para as importações, empalme argentino;
  16. licenças de importação automáticas. Ex: produtos sujeitos a licenciamento nas importações, apenas para registro de estatísticas;
  17. licenças de importação não automáticas. Ex: produtos sujeitos a anuência prévia de algum órgão no país importador;
  18. controles sanitários e fitossanitários nas importações. Ex: normas sanitárias e fitossanitárias exigidas na importação de produtos de origem animal e vegetal;
  19. restrições impostas a determinadas empresas. Ex: exigências específicas para importações de produtos de determinadas empresas
  20. organismo estatal importador único. Ex: proAdutos cuja importação é efetuada pelo Estado, em regime de monopólio;
  21. serviços nacionais obrigatórios. Ex: direitos consulares;
  22. requisitos relativos às características dos produtos. Ex: produtos sujeito à avaliação de conformidade;
  23. requisitos relativos à embalagem. Ex: exigências de materiais, tamanhos ou padrões de peso para embalagens de produtos;
  24. requisitos relativos à rotulagem. Ex: exigências especiais quanto a tipo, tamanho de letras ou tradução nos rótulos de produtos;
  25. requisitos relativos à informações sobre o produto. Ex: exigências de conteúdo alimentar ou protéico de produtos ou de informações ao consumidor;
  26. requisitos relativos à inspeção, ensaios e quarentena. Ex: produtos sujeitos à inspeção física e análise nas alfândegas ou a procedimentos de quarentena;
  27. outros requisitos técnicos. Ex: exigência de certificados relativos à fabricação do produto mediante processos não poluidores do meio ambiente
  28. inspeção prévia à importação. Ex: inspeção pré-embarque
  29. procedimentos aduaneiros especiais. Ex: exigência de ingresso de importações somente por determinados portos ou aeroportos
  30. exigência de conteúdo nacional/regional. Ex: discriminação de importações para favorecer as que tenham matéria-prima originária do país importador
  31. exigência de intercâmbio compensado. Ex: condicionamento de importações à exportação casada de determinados produtos
  32. exigências especiais para compras governamentais. Ex: tratamento favorecido aos produtos nacionais em concorrências públicas;
  33. exigência de bandeira nacional. Ex: exigência de uso de navios ou aviões de bandeira nacional para o transporte das importações.

Fonte: Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio EXterior

Keiser Report: Triangle Of Fraud (E568)

Vídeo

Publicado em 27/02/2014
In this episode of the Keiser Report, Max Keiser and Stacy Herbert discuss the ‘cling-ons’ unable to afford to live in London, while in Texas, Rex Tillerson of Exxon, the man most responsible for pushing fracking across the nation, refuses to have it happen in his backyard. In the second half, Max interviews Andrew Spooner of AsiaProvocateur.blogspot.com about the economic reasons behind the ongoing protests in Thailand.

FOLLOW Max Keiser on Twitter: http://twitter.com/maxkeiser

Las 5 crisis económicas que cambiaron la historia

Las 5 crisis económicas que cambiaron la historia

Publicado: 21 feb 2014 | 3:20 GMT Última actualización: 21 feb 2014 | 3:33 GMT

Cinco años después de que estallara una de las peores crisis financieras de la historia moderna, las cicatrices todavía no se han cerrado.

Mientras siguen surgiendo predicciones que auguran el colapso inminente y los inversionistas prefieren quedarse al margen, la economía global, aunque no tan robusta como antes, no está cayendo en picado, opina el portal Motley Fool.  

Pese a que la crisis ha afectado a la vida de muchos, no es tan transformadora como las perores crisis de la historia: el mundo sigue operando del mismo modo que antes. 

Para entender el poder transformador que puede tener una crisis financiera, hay que recordar cinco colapsos económicos que cambiaron el curso de la historia, derrumbando imperios, alterando sistemas económicos y cambiando el equilibrio del poder global. 

1929: La Gran Depresión 

El crecimiento económico de los años 20 del siglo pasado destacó por la introducción de nuevas tecnologías, productos innovadores en el sector financiero y un entusiasmo sin límites por emplearlos por todos los sectores. 

Era el mercado alcista, que experimentó, incluso  tras el ajuste por la inflación, un crecimiento bursátil del 400% en ocho años finalizando en 1929.  

Había razones económicas importantes y muy legítimas para el crecimiento.

La productividad creció a un ritmo récord durante la década de los 20. 
 

© AFP Paul J. Richards

 

Los automóviles y la electricidad también empezaban a transformar el mundo occidental de una cultura agraria a una urbana.  
Sin embargo, una exuberancia irracional, combinada con un exceso de recursos prestados (créditos) creado por las innovaciones financieras de la época, finalmente elevó los precios de mercado muy por encima de sus niveles lógicos.   

Por la falta de control gubernamental sobre el sistema financiero y sobre la economía en general, no hubo una mano fuerte que pudiera detener la caída al abismo una vez que terminó el optimismo del mercado.

El largo camino hacia la recuperación de la crisis duró 25 años, pasando por una guerra mundial y una transformación irreversible de las instituciones gubernamentales. 

1789: La Revolución Francesa 

Los últimos 250 años han visto  numerosas crisis económicas, pero antes de la Gran Depresión, ninguna había afectado el curso de la historia mundial tan profundamente como la que estuvo detrás del colapso de la monarquía francesa en 1789.

La Francia prerrevolucionaria era una nación en la que las élites adineradas engordaban mientras las masas pasaban hambre.

La nobleza, el clero y la burguesía de clase media-alta suponían alrededor del 10% de la población francesa, pero tenían aproximadamente la mitad de todos los ingresos nacionales en 1788.

Paradójicamente, la Revolución Francesa estalló después de que el rey Luis XVI destinara demasiado dinero del perteneciente a la corona a la revolución estadounidense.

© Wikimedia
Prise de la Bastille

 

La deuda francesa se elevó a casi 3.000 millones de libras y la mitad de todos los ingresos terminaron yendo hacia la devolución de la misma, a pesar de que las tasas de interés anuales estaban por debajo del 6%.

El déficit siguió creciendo después de la guerra debido a la construcción de la Armada en previsión de nuevas batallas con Gran Bretaña, así que los ministros de Finanzas empezaron a temer que se llegara a una situación de insolvencia. 

Los intentos de cambiar el Código Tributario francés por votación de la Asamblea fueron rechazados por la élite.

La sangrienta revolución que siguió sacudió a Francia durante una década, llevando directamente a la época napoleónica y a la eventual transformación de Europa, que pasó de ser un mosaico de territorios vagamente alineados a albergar a varias potencias imperiales.

Gran Bretaña se convirtió en el mayor beneficiario del colapso económico de Francia. 
 

1720: Las burbujas de las compañías del Mar del Sur y del Misisipi

Aunque la burbuja de los tulipanes es más conocida, las burbujas gemelas de South Sea Company (la Compañía del Mar del Sur) y la Compañía del Misisipi, hinchadas en Gran Bretaña y Francia a principios del siglo XVIII, tuvieron un impacto mayor en el mundo financiero global.

Ambas burbujas se capitalizaron sobre el enorme interés público por las crecientes colonias americanas de los dos países y su potencial económico y ambas estallaron por la acción de charlatanes hábiles que gozaron del apoyo explícito del Gobierno.

Antes de estallar, las burbujas se habían hinchado hasta tamaños verdaderamente asombrosos. 

Sin necesidad de proporcionar la más mínima evidencia que respaldara las promesas más extravagantes, las compañías se promocionaban como puentes a las incalculables riquezas del Nuevo Mundo. 

Contado con un amplio apoyo de sus gobiernos y grandes cantidades de dinero de sus respectivas cortes reales, gozaban de una legitimidad incontestable (aunque no verificable) que prestaba a todo lo que decían una apariencia de verdad. 

© Wikimedia
William Hogarth – The South Sea Scheme

 

Fomentadas con toda clase de mentiras sobre los fondos de estas empresas en el Nuevo Mundo, los precios de las acciones se disparaban día tras día. 

En cuanto la recuperación de beneficios en la parte superior de cada burbuja se precipitó, muchos inversores quedaron arruinados.  

El enojo público producido por estas implosiones contuvo el desarrollo de los mercados comerciales tanto en Gran Bretaña como en Francia durante casi un siglo.  

El impacto financiero de las burbujas también fue enorme. 

Tras el ajuste por la inflación, la capitalización bursátil combinada de estas dos compañías alcanzó los 500 millones de libras esterlinas en su auge, aproximadamente el equivalente a la mitad de la producción económica de todo el mundo en aquellos momentos. 
 

1627: La quiebra del Imperio español   

Las vastas riquezas de oro y plata (unos tres billones de dólares)  que mantenía el Imperio español a finales del siglo XVI gracias a las expediciones de los conquistadores al Nuevo Mundo, financiaban las numerosas campañas militares que llevaba a cabo en Europa. 
 
Como consecuencia, España expandió sus territorios hacia una gran parte de Italia, Alemania y los Países Bajos. 

Pero las constantes guerras y ocupaciones militares agotaban el tesoro español, que sufría una presión inflacionaria debido al influjo de plata y  oro del Nuevo Mundo. 

En lugar de reformar las finanzas reales, el ineficaz rey Felipe III condenó a España a un descenso hacia la irrelevancia a largo plazo.

El impago de las deudas de la corona impidió que el Imperio sofocara una rebelión holandesa en 1607. 

© Wikimedia
Juan de Miranda Carreno

 

Este fracaso, cinco años después de que los holandeses establecieran la primera empresa con cotización bursátil de la historia, desplazó el poder económico de Europa hacia Ámsterdam.   

El esfuerzo reiterado para someter de nuevo a los Países Bajos en la década de 1620 por el recién coronado rey Felipe IV tropezó con un colapso económico desastroso en la provincia vital española de Castilla, en 1627. 

La corona española había devaluado su moneda hasta tal punto que esta se quedó efectivamente sin valor, y las fuerzas españolas tuvieron que vivir de los saqueos que llevaban a cabo en la mencionada provincia por algún tiempo.  

La bancarrota de España de 1627 fue la quinta en 70 años, pero esta puso al poder español en decadencia definitivamente, despejando el terreno para el crecimiento de los imperios mercantilistas de los Países Bajos y del Reino Unido.

El ascenso al trono en 1665 del discapacitado y deformado (debido a los sucesivos matrimonios consanguíneos en la familia real) Carlos II fue el último clavo en el ataúd del Imperio español. 

235: La crisis del tercer siglo y el declive de Roma

El tardío Imperio Romano, que se había expandido por todo el Mediterráneo y hasta partes de Oriente Medio, África y Asia Menor, vio su economía empezar a resquebrajarse en el siglo III. 

Hasta aquel tiempo Roma llevaba casi 800 años proyectando su poder, pero el sistema llegó a ser cada vez más frágil tras el asesinato del emperador Cómodo en el año 193.

 La dinastía que asumió el control tras su muerte reinó durante cuatro décadas hasta terminar en el año 235 con el asesinato del emperador Alejandro Severo a manos de sus propios soldados.  

La lucha por el poder que siguió, rompió la cohesión interna del Imperio y destruyó de este modo su red comercial. 

© Flickr / portableantiquities
235: Crisis of the Third Century and the decline of Rome

 

La degradación de la moneda estaba fuera de control, mientras el Imperio perdía también su dominio sobre las provincias exteriores y se veía obligado a acuñar monedas con cada vez menor cantidad de metal precioso. 

Ciudades y pueblos de todos los tamaños se arruinaban y destruían, porque Roma ya no podía pagar a las legiones que siempre habían mantenido la paz dentro de sus fronteras y garantizado la seguridad de los comerciantes y viajeros a lo largo de miles de kilómetros de carreteras.

La avanzada economía interna interdependiente, basada en el comercio, se deterioró (sobre todo en la mitad oriental del imperio) pasándose a un sistema más feudal, en la que los grandes terratenientes construyeron entidades autosuficientes y otorgaron protección a los pobres a cambio de su libertad.  

El Imperio dividido finalmente se reparó en el curso de las campañas militares del emperador Aureliano en el año 275, pero nunca recuperó su antigua gloria. 

Texto completo en: http://actualidad.rt.com/economia/view/120489-crisis-economicas-cambiaron-historia