Keiser Report: Lucky Chinese Number (E666)

CrossTalk: The Bear & The Dragon (ft. Pepe Escobar)

40 Central Banks Are Betting This Will Be The Next Reserve Currency

Tyler Durden's picture

As we have discussed numerous times, nothing lasts forever – especially reserve currencies – no matter how much one hopes that the status-quo remains so, in the end the exuberant previlege is extorted just one too many times. Headline after headlines shows nations declaring ‘interest’ or direct discussions in diversifying away from the US dollar… and as SCMP reports, Standard Chartered notes that at least 40 central banks have invested in the Yuan and several more are preparing to do so. The trend is occurring across both emerging markets and developed nation central banks diversifiying into ‘other currencies’ and “a great number of central banks are in the process of adding yuan to their portfolios.” Perhaps most ominously, for king dollar, is the former-IMF manager’s warning that “The Yuan may become a de facto reserve currency before it is fully convertible.”

The infamous chart that shows nothing lasts forever…

Nothing lasts forever… (especially in light of China’s recent comments)

 

As The South China Morning Post reports, Jukka Pihlman, Standard Chartered’s Singapore-based global head of central banks and sovereign wealth funds (who formerly worked at the International Monetary Fund advising central banks on asset-management issues), notes that:

 
 

At least 40 central banks have invested in the yuan and several others are preparing to do so, putting the mainland currency on the path to reserve status even before full convertibility

The US dollar remains in charge (for now)…but

 
 

The US dollar is still the world’s most widely held reserve currency, accounting for nearly 33 per cent of global foreign exchange holdings at the end of last year, according to IMF data. That ratio has been declining since 2000, when 55 per cent of the world’s reserves were denominated in US dollars.

 

The IMF does not disclose the percentage of reserves held in yuan, but the emerging market countries’ share of reserves in “other currencies” has increased by almost 400 per cent since 2003, while that of developed nations grew 200 per cent, according to IMF data.

As SCMP goes on to note, the rising popularity of the yuan among central bankers is probably mainly due to Beijing’s extremely favourable treatment of them as it has sought to encourage investment in the yuan.

 
 

For example, central banks enjoy preferential treatment in the qualified foreign institutional investor category, both on the size of the quota and the length of the lock-up period. The QFII quotas given to central banks are not publicly known, but some of those announced by investing central banks are up to 10 times larger than others in the programme and, most importantly, free of any capital controls.

 

“Central banks and sovereign funds have special treatment,” Pihlman said. “They have the ability to invest in a way that any other investor does not have. When it comes to convertibility, there is nothing formally out there, but it is fully convertible.”

As Pihlman explains, things are accelerating…

 
 

Pihlman said “a great number of central banks are in the process of adding [yuan] to their portfolios”.

 

The [yuan] has effectively already become a de facto reserve currency because so many central banks have already invested in it,” he said. “The [yuan] may become a de facto reserve currency before it is fully convertible.”

 

The central banks more likely to add yuan holdings in the future were the ones with “strong trade linkages to China” and those which had relatively large levels of reserves which could consider diversifying more for return-related reasons, he said.

 

The [yuan's] convertibility may be already there for central banks in a way that has got them comfortable to start investing in the currency,” Pihlman said.

We leave it to a former World Bank chief economist, Justin Yifu Lin, to sum it all up…

 
 

“the dominance of the greenback is the root cause of global financial and economic crises,”

It appears the world is beginning to listen

 Fonte: Zero Hedge

Brasil e China celebram 40 anos de cooperação com reunião bilateral

Briefing do Embaixador José Alfredo Graça Lima sobre a VI Cúpula do BRICS

Histórico encuentro de BRICS y Unasur: juntos contra la hegemonía occidental

Publicado em 16/07/2014

Los Estados de América del Sur dan la bienvenida al grupo BRICS en una cumbre inédita en Brasilia, la primera entre ambos bloques. Es una cita a la que acuden los 12 líderes sudamericanos, entre ellos el presidente de Venezuela, Nicolás Maduro, y la mandataria Argentina, Cristina Kirchner. Se espera que ambos bloques refuercen las relaciones y que puedan llegar a definir estrategias de cooperación en el ámbito de los organismos multilaterales

VI Cúpula BRICS – Declaração de Fortaleza (Versão resumida)

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Reunidos da VI Cúpula do BRICS, Chefes de Estado e de Governo do Brasil, da Rússia, da Índia, da China e da África do Sul aprovaram a “Declaração de Fortaleza” e o “Plano de ação de Fortaleza”

 1. Para inaugurar o segundo ciclo de Cúpulas do BRICS, o tema escolhido para as nossas discussões foi “Crescimento Inclusivo: Soluções Sustentáveis”,

 3. Renovamos nossa disposição para o crescente engajamento com outros países, em particular países em desenvolvimento e economias emergentes de mercado, assim como com organizações internacionais e regionais, com vistas a fomentar a cooperação e a solidariedade em nossas relações com todas as nações e povos. Para tanto, realizaremos uma sessão conjunta com os líderes das nações sul-americanas. Reafirmamos nosso apoio aos processos de integração da América do Sul e reconhecemos, sobretudo, a importância da União de Nações Sul-Americanas (UNASUL) na promoção da paz e da democracia na região, e na consecução do desenvolvimento sustentável e da erradicação da pobreza.

 5. A VI Cúpula ocorre em momento crucial, à medida que a comunidade internacional avalia como enfrentar os desafios em matéria de recuperação econômica sólida após as crises financeiras globais e de desenvolvimento sustentável, incluindo mudanças do clima, enquanto também elabora a Agenda de Desenvolvimento pós-2015. Ao mesmo tempo, somos confrontados com instabilidade política incessante e conflitos em diversas zonas conflagradas em todo o globo e ameaças emergentes não convencionais. Por outro lado, estruturas de governança internacional concebidas em uma configuração de poder distinta demonstram sinais crescentemente evidentes de perda de legitimidade e eficácia, ao passo que arranjos transitórios e ad hoc se tornam cada vez mais frequentes, muitas vezes à custa do multilateralismo. Acreditamos que o BRICS é uma importante força para mudanças e reformas incrementais das atuais instituições em direção à governança mais representativa e equitativa, capaz de gerar crescimento global mais inclusivo e de proporcionar um mundo estável, pacífico e próspero.

 

6. O BRICS continua a contribuir significativamente para o crescimento global e para a redução da pobreza em seus próprios países e em outros. Nosso crescimento econômico e nossas políticas de inclusão social ajudaram a estabilizar a economia global, fomentar a criação de empregos, reduzir a pobreza, e combater a desigualdade, contribuindo, assim, para a consecução dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio.

 7. Para melhor refletir o avanço das políticas sociais dos BRICS [...] desenvolvimento de metodologias conjuntas para indicadores sociais a serem incorporadas na Publicação Estatística Conjunta do BRICS. Encorajamos igualmente o Conselho de Think Tanks do BRICS (BTTC) a prestar apoio técnico nessa tarefa.

 66. Saudamos o estudo do BTTC “Towards a Long-Term Strategy for BRICS: Recommendations by the BTTC”.

 9. Estruturas macroeconômicas fortes, mercados financeiros bem regulados e níveis robustos de reservas têm permitido que economias de mercado emergentes e países em desenvolvimento em geral, e os BRICS em particular, lidem melhor com os riscos e alastramentos decorrentes das condições econômicas desafiadoras dos últimos anos.

 11. [...] temos satisfação em anunciar a assinatura do Acordo constitutivo do Novo Banco de Desenvolvimento, com o propósito de mobilizar recursos para projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável nos BRICS e em outras economias emergentes e em desenvolvimento.

 12. O Banco terá capital inicial autorizado de US$ 100 bilhões. O capital inicial subscrito será de US$ 50 bilhões, dividido igualmente entre os membros fundadores. O primeiro presidente do Conselho de Governadores será da Rússia. O primeiro presidente do Conselho de Administração será do Brasil. O primeiro Presidente do Banco será da Índia. A sede do Banco será localizada em Xangai. O Centro Regional Africano do Novo Banco de Desenvolvimento será estabelecido na África do Sul concomitantemente com sua sede.

 13. Temos satisfação em anunciar a assinatura do Tratado para o estabelecimento do Arranjo Contingente de Reservas do BRICS com a dimensão inicial de US$ 100 bilhões. Esse arranjo terá efeito positivo em termos de precaução, ajudará países a contrapor-se a pressões por liquidez de curto prazo, promoverá maior cooperação entre os BRICS, fortalecerá a rede de segurança financeira mundial e complementará arranjos internacionais existentes. [...] O Acordo é um marco para a prestação de liquidez por meio de swaps de divisas em resposta a pressões de curto prazo reais ou potenciais sobre o balanço de pagamentos.

 14. Saudamos também a assinatura do Memorando de Entendimento para Cooperação Técnica entre Agências de Crédito e Garantias às Exportações dos BRICS, que aperfeiçoará o ambiente de apoio para o aumento das oportunidades comerciais entre nossas nações.

 

15. [...]  saudamos a conclusão do Acordo de Cooperação em Inovação no âmbito do Mecanismo de Cooperação Interbancária do BRICS.

 23. Reconhecemos o importante papel que Empresas Estatais desempenham na economia e encorajamos nossas Estatais a continuar a explorar vias de cooperação, intercâmbio de informações e melhores práticas. Reconhecemos igualmente o papel fundamental desempenhado por pequenas e médias empresas na economia de nossos países como importantes geradoras de emprego e riqueza.

 

Críticas ao FMI:

 18. Continuamos desapontados e seriamente preocupados com a presente não implementação das reformas do Fundo Monetário Internacional (FMI) de 2010, o que impacta negativamente na legitimidade, na credibilidade e na eficácia do Fundo. [...]Reiteramos nosso apelo ao FMI para formular opções para avançar seu processo de reforma, com vistas a garantir maior voz e representação das economias de mercado emergentes e países em desenvolvimento,

 

Apoio à OMC, acordos regionais, UNCTAD:  

 21. [...] reafirmamos nosso compromisso de estabelecer, até o final deste ano, um programa de trabalho pós-Bali para a conclusão da Rodada Doha, com base no progresso já alcançado e conforme o mandato estabelecido na Agenda de Desenvolvimento de Doha. [...] Apoiamos firmemente o sistema de solução de controvérsias da OMC como pedra angular da segurança e previsibilidade do sistema multilateral de comércio e ampliaremos nosso atual diálogo sobre questões substantivas e práticas a ele relacionadas, incluindo as negociações em curso sobre a reforma do Entendimento sobre Solução de Controvérsias da OMC. Reconhecemos a importância dos Acordos Comerciais Regionais, [...] Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (UNCTAD) como ponto focal no sistema das Nações Unidas dedicado a tratar de questões interrelacionadas de comércio, investimento, finanças e tecnologia a partir da perspectiva do desenvolvimento.

 

Reforma do Conselho de Segurança:

25. Reafirmamos a necessidade de uma reforma abrangente das Nações Unidas, incluindo seu Conselho de Segurança, com vistas a torná-lo mais representativo, eficaz e eficiente, de modo que possa responder adequadamente a desafios globais. China e Rússia reiteram a importância que atribuem ao status e papel de Brasil, Índia e África do Sul em assuntos internacionais e apoiam sua aspiração de desempenhar um papel maior nas Nações Unidas.

  

Direitos Humanos:

28. Acordamos em continuar a tratar todos os direitos humanos, inclusive o direito ao desenvolvimento, de maneira justa e equitativa, em pé de igualdade e com a mesma ênfase. Fomentaremos o diálogo e a cooperação [...] levando em conta a necessidade de promover, proteger e realizar os direitos humanos de maneira não seletiva, não politizada e construtiva, e sem critérios duplos.

 

Terrorismo:

48. Reiteramos nossa forte condenação ao terrorismo em todas as suas formas e manifestações e salientamos que não há justificativa, qualquer que seja, para ato de terrorismo de todo tipo, seja ideológica, religiosa, política, racial, étnica, ou qualquer outra justificativa. Conclamamos todas as entidades a se abster de financiar, incentivar, oferecer treinamento ou apoiar de qualquer forma atividades terroristas.

 

Síria:

37. Expressamos profunda preocupação com a violência em curso e com a deterioração da situação humanitária na Síria e condenamos o aumento das violações dos direitos humanos por todas as partes. Reiteramos nossa visão de que não há solução militar para o conflito e destacamos a necessidade de evitar a sua maior militarização.  Conclamamos todas as partes sírias a se empenharem em pôr fim aos atos terroristas perpetrados pela Al-Qaeda, suas afiliadas e outras organizações terroristas. Apoiamos o papel de mediação desempenhado pelas Nações Unidas. [...] Tomamos nota da recente eleição presidencial síria.

 

Conflito árabe-israelense:

38. Reafirmamos o nosso compromisso de contribuir para uma solução abrangente, justa e duradoura do conflito árabe-israelense, com base no marco jurídico internacional universalmente reconhecido, incluindo resoluções relevantes das Nações Unidas, os Princípios de Madrid e a Iniciativa de Paz Árabe. Conclamamos Israel e Palestina a retomar as negociações conducentes a uma solução de dois Estados, com um Estado palestino contíguo e economicamente viável, existindo lado a lado e em paz com Israel, dentro de fronteiras mutuamente acordadas e reconhecidas internacionalmente com base nas linhas de 4 de junho de 1967, com Jerusalém Oriental como sua capital. Opomo-nos à continuada construção e à expansão dos assentamentos nos Territórios Palestinos Ocupados pelo Governo israelense, que violam o direito internacional, solapam gravemente os esforços de paz e ameaçam a viabilidade da solução de dois Estados. Conclamamos o Conselho de Segurança da ONU a exercer plenamente suas funções nos termos da Carta das Nações Unidas no que diz respeito ao conflito israelo-palestino..

 

Irã

41. Ao reiterar nossa visão de que não há alternativa para uma solução negociada para a questão nuclear iraniana, reafirmamos nosso apoio a sua resolução por meios políticos e diplomáticas e pelo diálogo. Nesse contexto, saudamos o momento positivo gerado pelas negociações entre o Irã e o E3+3 e incentivamos a implementação exaustiva do Plano de Ação Conjunto de Genebra de 24 de novembro de 2013, com vistas a alcançar uma solução completa e duradoura para essa questão. Incentivamos igualmente o Irã e a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) a continuar fortalecendo sua cooperação e seu diálogo com base no Comunicado Conjunto assinado em 11 de novembro de 2013. Reconhecemos o direito inalienável do Irã ao uso pacífico de energia nuclear de forma condizente com suas obrigações internacionais.

 

Iraque:

43. Estamos profundamente preocupados com a situação no Iraque. Apoiamos firmemente o governo do Iraque em seus esforços para superar a crise, preservar a soberania nacional e a integridade territorial. Estamos preocupados com os efeitos do alastramento da instabilidade no Iraque resultantes das crescentes atividades terroristas na região, e instamos todas as partes a enfrentar a ameaça terrorista de maneira consistente. Exortamos todos os atores regionais e globais a se absterem de interferências que agravarão a crise e a apoiarem o Governo e o povo iraquianos em seus esforços para superar a crise e construir um Iraque estável, inclusivo e unido. Enfatizamos a importância da reconciliação e da unidade nacionais do Iraque, levando em consideração as guerras e os conflitos a que o povo iraquiano esteve submetido e, nesse contexto, saudamos a realização pacífica e ordenada da última eleição parlamentar.

 

Ucrânia:

44. Expressamos nossa profunda preocupação com a situação na Ucrânia. Clamamos por um diálogo abrangente, pelo declínio das tensões no conflito e pela moderação de todos os atores envolvidos, com vistas a encontrar solução política pacífica, em plena conformidade com a Carta das Nações Unidas e com direitos humanos e liberdades fundamentais universalmente reconhecidos.

 

Desarmamento Nuclear no Oriente Médio

39. Expressamos nosso apoio para a convocação, o mais rapidamente possível, da Conferência sobre o estabelecimento de uma zona no Oriente Médio livre de livre de armas nucleares e de todas as outras armas de destruição em massa. Conclamamos todos os Estados da região a comparecer à Conferência e a se engajar construtivamente e de maneira pragmática, com vistas a avançar esse objetivo.

 

BRICS Na África:

65. Reiteramos nosso compromisso, firmado por ocasião do retiro entre líderes do BRICS e da África na V Cúpula, de apoiar e desenvolver a cooperação BRICS-África em prol do desenvolvimento socioeconômico da África, particularmente no tocante ao desenvolvimento da infraestrutura e à industrialização. Saudamos a inclusão dessas questões em discussões durante o encontro do Conselho Empresarial do BRICS, realizado em Joanesburgo, em agosto de 2013.

 

36. Saudamos a decisão da Cúpula da UA em Malabo de estabelecer uma Capacidade Africana de Resposta Imediata a Crises (ACIRC)

 

Preocupação com certos países:

Guiné-Bissau; Madagascar, Mali; Sudão do Sul. República Centro-Africana; República Democrática do Congo; Afeganistão;

 

 Preocupação com determinados problemas:

crime organizado internacional, Pirataria; drogas, corrupção; situação das mulheres e crianças de Chibok sequestradas e clamamos pelo fim dos contínuos atos de terrorismo perpetrados pelo Boko Haram.

 

Interesse por determinados temas:

Tecnologias da Informação e Comunicação (TICs);

Convenção sobre Diversidade Biológica;

Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (UNFCCC);

Diplomacia cultural;