A “Bancocracia” na raiz da crise econômica europeia: “austeridade” faz o contribuinte se sacrificar p/ salvar bancos privados


Fonte: Punk Economics

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2 comentários sobre “A “Bancocracia” na raiz da crise econômica europeia: “austeridade” faz o contribuinte se sacrificar p/ salvar bancos privados

  1. O rigor no controle de gastos somente atrapalha a recuperação da economia. O governo, como não visa o lucro, pode e consegue manter seus gastos a curto prazo, o que provoca a injeção de dinheiro no mercado. Em contrapartida as empresas, durante tempos difíceis, contem gastos para manter o lucro. De certa forma seria correto para se manter funcionando, mas durante crises, quando todas as empresas contem gastos, elas passam a se atrapalhar em vez de se ajudar. Apesar de não ser a forma correta, o dinamismo, o consumo, movimentam a economia, logo, de forma irônica, a economia de dinheiro, estagna a economia.
    Essa austeridade pregada por Alemanha e França somente piorará a crise, ainda mais que os países em crise precisam gastar, e como a produção interna cai, o dinheiro tende a sair do país e não voltar. Deve se notar também que mesmo que se cancele essa idéia, a liberação de dinheiro não solucionará a crise, já que as causas dela vão continuar. Deve-se reconstruir o estado de forma mais autônoma e sendo governado pelo povo e não pelos bancos e empresas, o que é basicamente a democracia, o governo do povo em vez do atual governo de poucos.
    Como enunciado no vídeo, os causadores da crise não sofrem punição, pelo contrário, recebem ajuda do governo para se reconstruir.
    Mais países tendem a entrar em crise, pois todos adotam a mesma forma de lidar com os gastos e com a economia. Os Estados Unidos é um exemplo disso, pois sofreram de forma parecida em 2008 com a crise causada pelos bancos.
    Tomar medidas livres de austeridade é simples e é o correto a se fazer, além de servir de exemplo para todos os países, para que revejam como conduzem suas economias. Isso se não quiserem que mais crises venham, e virão, com uma pesar certeza.
    E reforçando um ponto, no final da reportagem, quem pode exigir essas mudanças e que tudo seja resolvido segundo a forma correta e justa para todos é o povo. O povo tem força e pode e deve exigir mudanças.

  2. Estamos vivendo a epoca em que os bancos governam, governam com eles e para eles. Um governo que era feito pelos ricos e para eles, hoje nao é mais sustentavel, até os que se localizam no topo da piramide economica estao sendo atingidos, é claro que de uma maneira bem mais amena. Com esse governo, não há Estado que aguente, e claro, que os Estados que nao conseguem sustentar a economia buscam soluções aumentando e impondo novas medidas de austeridade.
    Um dos países que sente muito com esse governo é Portugal, vez que foram implantadas inumeras medidas de austeridades aos portugueses. O Banco de Portugal elaborou um projeto para implantar medidas de austeridade no transporte coletivo e na rede pública de saúde. Porem, ainda assim, as perpectivas eram de que a economia portuguesa iria encolher mais de 3% no ano de 2012 e acrescer menos de 0,5% no de 2013. Vemos com isto que por mais que o Estado aperte seu cidadãos para bancar o governo, a espectativa de crescimento dessas economias estao cada vez piores.

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