TV Brasil: 20 anos do Mercosul – Balanço abrangente da história, características e desafios do Mercado Comum do Sul


Parte I

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=leeR5T6R_eI

Parte II

Fonte: http://www.youtube.com/watch?v=leeR5T6R_eI

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Postado por

Luiz Albuquerque

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8 respostas em “TV Brasil: 20 anos do Mercosul – Balanço abrangente da história, características e desafios do Mercado Comum do Sul

  1. Fica evidente a importância do Mercosul para seus integrantes! O incremente substancial obtido foi de suma importância paras as respectivas economias. Mesmo sendo composto por uma desigualdade econômica encabeçada por Brasil e Argentina em contraposição a Uruguai e Paraguai, este bloco comanda as diretrizes econômicas exercidas por seus integrantes. Como foi visto no vídeo, diversos produtos tiveram um aumento grandioso em suas circulações, tais como carros, sapatos, vinhos e remédios. Certamente, tal quadro econômico é importantíssimo, pois gera e mantém diversos empregos nos países produtos que a todo custo são perseguidos pelos governos nacionais, por trazer paz social e divisas mediante o pagamento de diversos impostos, além de tornar o mercado consumidor ativo. Certamente, algumas ações protecionistas são entraves no desenvolvimento do bloco, pois gera prejuízos para os demais países, além de gerar um sentimento de revanchismo difícil de ser retirado do direito internacional, principalmente em termos comerciais. O futuro do Mercosul tem tudo pra ser ainda mais promissor, pois países vizinhos, interessados no incremento de seus respectivos comércios, tais como, Venezuela e Equador, poderia trazer grande “força” para o bloco. E, o Brasil sendo a grande potência propulsora teria, seguramente, o papel de maior destaque, obtendo definitivamente a liderança comercial, e por que não algum dia militar da América do Sul.

  2. O MERCOSUL possibilitou um aumento nas relações comerciais entre os países integrantes do bloco, Brasil, Paraguai, Uruguai e Argentina, de forma positiva, dando acesso à população a produtos que antes eram de alto custo com a redução das taxas de importação e exportação dos mesmos. Os números se mostram favoráveis tanto para consumidores quanto para produtores e empresários que cada vez mais ampliam seu mercado. A circulação vai de produtos básicos como trigo (oriundo principalmente da Argentina, mas também do Paraguai e Uruguai), a vinhos, eletrodomésticos, sapatos e carros entre muitos outros.
    Vale salientar que certas políticas protecionistas, especialmente da Argentina, têm criado obstáculos nas relações comerciais e abalado as relações políticas entre Brasil e Argentina (principais parceiros comerciais do MERCOSUL). Mesmo assim, essa parceria entre os quatro países ainda parece favorecer mais aos países com maior poder econômico (Brasil e Argentina) do que os outros países (Uruguai e Paraguai). As disposições geográficas e o diferente grau de desenvolvimento de cada país contribuíram para essa relação assimétrica entre os países do bloco. As contribuições do bloco para o crescimento da América do Sul são evidentes e tem tudo para ganhar ainda mais força com a possível entrada de outros países como a Venezuela que depende somente da ratificação do Paraguai para se tornar membro integrante do MERCOSUL.

  3. A raiz deste importante bloco econômico, que é o MERCOSUL, é devido as relações estabelecidas entre Brasil e Argentina a partir dos governos Sarney e Raul Alfonsin, respectivamente, através da assinatura de um tratado, que buscava a liberalização completa de bens e serviços. E com o decorrer do tempo, foram sendo integrados Uruguai, Paraguai e por último Venezuela, que ainda está em fase de admissão.
    Este bloco foi o principal motor da integração sul-americana, modificando o comércio da região, pois não tem somente caráter político, mas, também econômico. Sendo um processo consolidado em prol da cooperação entre os países membros e associados. Procura gerar desenvolvimento e empregos em cada um dos países, trazendo a América do Sul projeção internacional.
    Mercadorias típicas de cada um dos países puderam ser importadas pelos outros a preços mais acessíveis. Consumidores e produtores foram favorecidos. Um exemplo disso é a Ponte Internacional da Amizade, o ponto de ligação mais intenso entre Brasil e Paraguai, em que o comércio paraguaio por seus baixos preços atrai consumidores brasileiros. Mas, a partir de 2015 com a instauração do imposto único de 20% para importação nestes países prejudicará o comércio de Ciudad Del Leste, será necessário desde já, que sejam investidos recursos na cidade para que a mesma não sofra com essa mudança, que atualmente será devastadora para a mesma, já que o Paraguai não fabrica, mas, importa produtos da China. O Brasil já tem feito sua parte, ao unificar a tributação entre os países, para favorecer a importação dos produtos paraguaios para o país e tentar evitar a pirataria.
    No vídeo é possível perceber a grande integração entre Brasil e Argentina, mas, o mesmo tem sido prejudicado com o forte protencionismo argentino, que não é somente com o Brasil, mas, também, por exemplo, em relação ao Uruguai. Este último, tem como ponto forte a exportação de carne, por se tratar de um grande produtor agropecuário e o MERCOSUL foi facilitador para a exportação de seu produto.
    O bloco foi também fundamental para transmissão e integração entre as culturas de cada país, lembrando que o Brasil é o único dentre os países que não é herdeiro da língua castelhana. Uma das formas de fortalecer essa integração é a UNILA – Universidade Federal da Integração Latino Americana, que no início sofreu críticas, mas, percebeu-se que o ensino tem papel chave no desenvolvimento dos países pertencentes ao bloco. Pois, os cursos presentes em tal universidade tem objetivos voltados para a aplicação no próprio bloco, com 6 cursos ministrados em português e espanhol.
    Um dos pilares do MERCOSUL era manter o regime democrático em todos os países, e para fazer valer tal idéia está em processo de criação/ajuste o Parlamento do bloco, em que cada país terá seus representantes específicos no mesmo, e no caso da Venezuela, abriu-se mão de tal ponto, pois, como se sabe o regime estabelecido na mesma não pode ser considerado como democrático.

  4. Sem entrar no mérito da grande importância ou não do Mercosul para os seus integrantes, se fosse tão bom os protecionismos não existiriam e as barreiras alfandegárias seriam completamente extintas, há que se entender que o mundo todo passou, nos últimos anos, por um processo de crescimento econômico em cascata. Os blocos podem ter contribuído para isso, mas, a globalização e a abertura de mercados contribuiu também de forma significativa.
    Espera-se, contudo, que o Mercosul seja estendido aos demais integrantes do continente sulamericano, para que o continente como um todo se desenvolva, permitindo aos paises com economias pequenas participarem do bolo armado pelos detentores do dinheiro.

  5. O mercosul foi criado a partir de uma visão política conjunta. Porém, seus efeitos maiores são no campo econômico com a integração comercial entre os países membros. Vários produtos ganharam destaque com ao longo de 20 anos de Mercosul, como o vinho argentino, os automóveis brasileiros, a carne uruguaia, trigo, remédios os sapatos, etc. Os maiores beneficidos do Mercosul, sem dúvida, são Brasil e Argentina. Porém Uruguai e Paraguai,em ritmos mais lentos, ganham maior competitividade através do bloco. As diferenças entre os mercados desses países são conceituadas assimetrias.
    A grande dúvida fica entre abrir as portas para os países do bloco comprar e vender livremente ou proteger o mercado interno. O Mercosul tem impasses a resolver como, por exemplo, reduzir burocracias, implementando políticas claras de intercãmbio de mercadorias. Uma ameaça externa também afeta o bloco: a China, que tira mercado do Brasil no Mercosul, com a desvalorização de sua moeda.
    É necessário equilibrar os investimentos na região evitando a desindustrialização e claro, o desemprego.

  6. 20 anos apos o Brasil, a Argentina, o Uruguai e o Paraguai terem fomado o Mercosul, muito de bom ha para se falar, pois foi esse bloco que projetou a America do Sul para o mundo, assim, os paises membro se fortaleceram economicamente e politicamente. A integracao desenvolve, gira a economia, gera empregos, muitos produtos que antes chegavam no Brasil muito caros hoje tem precos competitivos, nao sao mais artigos de luxo, entao aumentou o acesso a esses produtos. Bom para os brasileiros tambem, pois fica mais facil exportar para os outros paises membros tambem e ter la fora um preco compativel com o da concorrencia. Ainda, existem os produtos que precisamos importar, como o trigo, pois consumimos mais do que produzimos, com o advento do bloco, isso faz com que o preco de produtos derivados do trigo nao fiquem nao caros, principalmente por ser um bem tao necessario. Mas, as politicas protecionistas, acabam por atrapalhar um pouco o comercio no bloco, cada pais quer protejer o seu mercado, o seu produto, a sua populacao e fazer o que for melhor pra ele em primeiro lugar, entao isso acaba gerando alguns problemas, tambem a desigualdade, principalmente economica, que existe entre os membros e um fator que deve ser levado em consideracao como um ponto negativo, os mais fortes (Argentina e Brasil) acabam por dominar os dois mais fracos (Uruguai e Paraguai), fazendo com que esses ultimos se tornem bastanete dependentes dos primeiros. Porem, ainda assim, acredito que em 20 anos o Mercosul touxe muitos beneficios para os paises membros, principalmente para o Brasil, a projecao internacional que ganhamos nesses anos foi importantissima para chegar onde chegamos e esta sendo de extrema relevancia para continuarmos nosso pocesso de crescimento.

  7. Os mercados comuns, quando consolidados de forma igualitária, sem conseder benefícios excessivos a determinados integrantes, alcançam metas extraordinárias para seus diversos componentes. O MERCOSUL não é diferente, apesar de claramente apresentar o Brasil e a Argentina como principais países, beneficia a todos os envolvidos, gerando cada vez mais renda e livre acesso a bens de consumos, anteriormente mais escassos, carros, sapatos, vinhos e remédios. Tal desenvolvimento, muitas vezes encontra barreira nas políticas protecionistas internas de cada país, que aumentam a cada instante, por conta do revanchismo que se faz crescente a cada política de proteção implantada. Se acordos forem estabelecidos, a fim de minimizar ou dirimir tais ações, o MERCOSUL tende ao crescimento e consequente beneficiamento de seus integrantes.

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