Brasil se sai bem na comparação com desenvolvidos


Sérgio Lamucci e Rafael Rosas

De São Paulo e do Rio

O Brasil se saiu razoavelmente bem na comparação com o desempenho de outros países, mesmo com a queda de 0,2% do Produto Interno Bruto (PIB). Se ficou bem abaixo da alta de 8,7% da China e dos 6,8% alcançados pela Índia, os dois principais motores da economia global, o resultado brasileiro superou com folga o dos países desenvolvidos, que estiveram no epicentro da crise agravada pela quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008. Os EUA viram o PIB encolher 2,4%, enquanto o Reino Unido amargou um tombo de 4,9%, a Alemanha, de 5% e o Japão, de 5,1%.

“Comparado com os outros países, o Brasil teve uma queda muito pequena, que a gente considera praticamente nula. União Europeia, Estados Unidos, México e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil”, resumiu Rebeca Palis, gerente de contas trimestrais do IBGE.

Entre os países que fazem parte do Bric (o grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China), a Rússia teve de longe o pior desempenho, registrando um tombo de 7,9% no ano passado. O tombo dos preços do petróleo em relação a 2008 derrubou o PIB russo. O México, que tem a economia fortemente ligada à dos EUA, também tomou um tombo feio, com o PIB encolhendo 6,5% no ano passado. O desempenho do Brasil chegou a superar até mesmo o de alguns países asiáticos, que normalmente crescem rápido, como a Tailândia, cujo PIB encolheu 2,3% em 2009.

O Brasil se sai bem melhor na fotografia quando se compara o resultado do quarto trimestre de 2009. A alta de 2% em relação ao terceiro trimestre, feito o ajuste sazonal, equivale a um crescimento anualizado de 8,4%. É um número bastante expressivo, não muito inferior aos 10% registrados pela China e até mesmo superior aos 6% obtidos pela Índia no período.

Nessa base de comparação, vários países desenvolvidos mostraram reação, indicando que a economia global se recupera, ainda que a passos não muito rápidos. Os EUA, por exemplo, tiveram uma expansão de 5,9% do PIB no quarto trimestre do ano passado, ritmo não muito distante dos 5% observados no Canadá. No Japão, o aumento foi de 4,9%

Na Europa, porém, a situação ainda é bastante preocupante. A zona do euro, por exemplo, teve crescimento anualizado de apenas 0,5% nos últimos três meses de 2009 em relação aos três meses anteriores. A economia europeia vive uma crise grave, por causa do temor de um calote da Grécia e das dificuldades fiscais de países como Espanha, Irlanda, Itália e Portugal.

Segundo previsões do J.P. Morgan, o Brasil deve registrar uma das maiores taxas de crescimento do mundo em 2010. O banco projeta alta de 6,2% para o PIB brasileiro neste ano, ritmo de expansão que só deve ser ultrapassado por alguns países asiáticos. Segundo o J.P. Morgan, a economia da China deve avançar 10%, a Índia, 8%, e Taiwan, 7%. Para os EUA, a expectativa do banco é de uma alta de 3,4%. (SL e RR)

Fonte: MRE- Valor Econômico

Postado por Lais Niman

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42 respostas em “Brasil se sai bem na comparação com desenvolvidos

  1. Bem se vê que o Brasil está, cada vez mais, se tornando capaz de assumir um papel mais do que meramente de “país em desenvolvimento”. Ficou evidente, após a crise econômica mundial cujo estopim foi a falência do banco norte-americano Lehman Brothers em 2008, que apesar de suas mazelas, a economia brasileira está solidificada. As expectativas de manutençaõ do superávit, condicionado à demanda doméstica e a recuperação de investimentos estão prevalenendo em 2010, conforme o artigo lido. Entretanto, para que se ingresse de vez em um crescimento contínuo e promissor, deverá, no mínimo, mudar a política monetária e o câmbio, que prezam por valores altos e, assim, podem contribuir para que as importações se sobreponham ao mercado interno, ou mesmo que, com o dólar mais baixo, os empregos sejam dados a não brasileiros. Ademais,não se pode negar que o Brasil sempre teve graves problemas relacionados à ética e poder, o que se configura como entrave ao seu desenvolvimento.
    Acredita-se, certamente, que o Brasil seja capaz de superar esses pontos negativos e possa ocupar uma posição condizente com todo seu potencial, ainda que a longo prazo.

  2. É de incontestável notoriedade o crescimento econômico dos BRIC´S, demonstrado pelo fato de sua participação na riqueza global ter dobrado de tamanho em apenas uma década.

    O exponencial crescimento econômico dos BRIC´S é o principal fator que os diferencia das demais economiais mundiais. Entretanto, é um dos poucos fatores que os unem entre si.

    A estrutura da economia dos quatro países é sensivelmente diversa: o Brasil é especializado em agricultura; a Rússia guarda maior expressividade no comércio de commodities; a china se destaca em manufartura.

    De acordo com o Financial Times, o que une os países do bloco não é o desejo de amenizar a hegemonia econômica dos EUA, mas sim, de possibilitar o fechamento de grandes acordos entre a cúpula.

    Apesar do fato de que os BRIC´S foram puco afetados pela crise mundial, em relação a outros países, não se pode afirmar incontestavelmente a solidez do grupo. Há que se considerar diversos outros fatores que podem aproximar os membros entre si para que a possibilidade de redistribuir o poder econômico mundial seja alcançável.

    Assim, pode-se dizer que o papel do Brasil nessa união é o de usar seu potencial de crescimento para se fortalecer nos negócios internacionais, se valendo de sua expansão econômica na celebração de acordos e tratados que beneficiam os BRIC´S como um todo.

  3. No inicio de seu governo, Lula foi veemente criticado e demandado por diversos e diferentes setores do Brasil, e, apesar de ter sua política governamental visivelmente voltada para a comoção do social, o nosso presidente, através de sua assessoria e equipe ministerial, teve seu momento de reposta quando da instauração de uma avassaladora crise mundial, cujo epicentro da se deu com a quebra do Lehman Brothers, como bem suplantado no texto acima, vez que, como uns poucos governantes de países atingidos por essa crise, conseguiu fazer com que a economia brasileira saísse praticamente ilesa (isto se comparado com EUA, ou com a UE), e conseguindo, ainda, quase que de imediato quando do final do turbilhão, soerguer a nossa economia.
    Como bem se extrai da leitura do texto, o Brasil não é mais visto somente como o país da Bunda, do Samba e do Futebol, somos, agora, a visão externa de um futuro, ainda distante, mas não muito, daqueles que serão os ditadores das novas regras econômicas mundiais, porém, não como um único ente, e sim, como um grupo, BRIC´S.

  4. A marolinha do presidente foi maior do que o governo esperava. É a primeira vez, desde o Governo Collor, em que o Produto Interno Bruto nacional cai. Entretanto, essa queda não significa o fim dos mundos, devido a conjuntura internacional no ano passado. De qualquer forma, alguns países apresentaram crescimento, mesmo com a crise. Foi o caso da China e da Índia. Há também um exemplo regional: o Produto Interno Bruto peruano cresceu e mostra que o país esta seguindo o mesmo caminho chileno, ou seja, combate à inflação, disciplina orçamentária e incentivos ao empreendedorismo e a investimentos.

    Ao contrário do que o presidente disse, o Brasil foi sim afetado pela crise mundial. De qualquer maneira é esperado um crescimento do nosso Produto Interno Bruto no ano de 2010 (5-6%). Essa previsão mostra que o Brasil continuará crescendo menos que os demais emergentes. Isso devido ao fato de que ainda é difícil empreender no Brasil: burocracia, carga tributária elevada, estradas em má condição, aeroportos e portos pequenos e inoperantes.

    É importante que o próximo governo altere essas questões. E não é aumentando o tamanho do Estado que ele irá mudá-las.

  5. A Grécia faz parte do PIGS (Portugal, Irlanda Grécia e Espanha) que são os países europeus mais endividados. A situação da européia foi agravada com a crise econômica e não demonstraram estarem se recuperando como o resto do mundo e o Brasil. A zona do euro teve um crescimento anualizado de apenas 0,5 % no último trimestre de 2009, em relação aos três meses anteriores. Tudo isso agravado pela derrocada Grega que possui um país endividado e contaminado pela corrupção da política, vale a lição de que sempre devemos observar as contas públicas.
    Com isso, os investidores fugiram da zona do euro para investir no Tesouro Americano.

    A medida de austeridade grega na tentativa de salvar o país do colapso, parece atingir em cheio a população e o seu bolso, com o aumento de impostos e congelamento de pensões, talvez esta tenha sido a causa de tanta violência em seus protestos. No entanto, dentro do continente europeu foi bem recebido esse pacote de austeridade grega. Ademais, não acredito que a ajuda para salvar a Grécia e estabilizar o Euro venha do FMI, mas sim de dentro da zona do Euro como já foi previsto. Enfim, o Brasil se recuperou muito melhor da crise do que os países europeus…..

  6. Observa-se que de fato a famigerada crise econômica não afetou o Brasil da mesma forma que atingiu os demais países europeus e norte americanos. Contudo, não há o que se dizer, a partir desses números, em independência e solidificação da economia brasileira.
    O PIB (produto interno bruto) apresentou numeros negativos pela primeira vez em 18 anos, e alguns setores da economia, como a produção industrial, registrou queda uma significativa. Esses são apenas alguns sinais de que o Brasil sentiu sim o contágio externo e que a crise não foi somente uma marolinha, conforme previu o Presidente Luiz Inácio ‘Lula’ da Silva.
    Quando se compara o resultado brasileiro com países mais desenvolvidos, realmente o desempenho nacional não decepciona. Em igual comparação com os países emergentes, em desenvolvimento, com grande mercado consumidor, os chamados “Brics”, o PIB brasileiro encolheu menos do que a Rússia, mas também ficou bem atrás dos crescimentos vigorosos que tiveram a Índia e a China.
    O Brasil vai bem, mas poderia ter se saído muito melhor, uma vez que a burocracia, a alta tributação e a falta de infraestrutura impedem um maior crescimento econômico do país.

  7. Diante da chamada crise mundial, observa-se que os países mais desenvolvidos foram os mais prejudicados e diretamente atacados. Isso porque a economia gira em torno destes. Nesse cenário o Brasil se firmou por manter relações com outros países, além dos diretamente prejudicados, tais como os europeus e os Estados Unidos. Prova disso é que países asiáticos também se mantiveram bem na situação de crise. Apesar do Brasil não ter sofrido tanto com a crise houve também uma baixa no Produto Interno Bruto (PIB), mas com perspectiva de grande melhora neste ano. Sendo assim, observa-se que a economia brasileira está bem encaminhada e demonstra credibilidade no cenário internacional, podendo, então, o Brasil aproveitar deste momento para se destacar e crescer ainda mais, não só em relação à economia e ao Produto Interno Bruto (PIB).

  8. Trata-se da primeira queda do Produto Interno Bruto brasileiro desde o governo Collor. No final dos anos 90, o crescimento do PIB nacional se sustentou no governo socialdemocrata, apesar de graves crises econômicas. Já nos anos 00, o crescimento do PIB continuou, acompanhando o bom humor da economia mundial, embora esse crescimento tenha sido muito menor do que o de outros países emergentes.

    Na primeira vez em que o atual governo é desafiado por uma crise, o PIB cai. A boa notícia é que o crescimento continuará nos próximos anos, cerca de 5%/ano. A má notícia é que esse número poderia ser maior, não fosse a inércia de nosso governo.

    O governo utiliza como motor do crescimento o PAC, um programa que fracassou, com 20% das obras concluídas apenas. O modelo adotado pelo governo prioriza a atuação do Estado como principal sujeito do crescimento, quando na verdade deveriam ser os empresários e as empresas. Foi assim que a China iniciou sua era de crescimento, tirando um pouco do Estado das costas do povo. Foi essa também a aposta do Chile. O Brasil deveria fazer o mesmo.

  9. Diante dos reflexos da crise causada pela crise, cujo estopim foi a quebra do Lehman Brothers (Setembro 2008) o Brasil provou que está com a economia cada vez mais resistente, ao compará-lo com outros países, e examinando um fator primordial para a economia mundial: o PIB (o total de produção de bens e serviços), ainda com a queda de 0,2%, o resultado ficou acima do de vários países desenvolvidos por ela afetados.

    Considerando BRIC, uma aliança formada por Brasil, Rússia, Índia e China, países que se sobressaíram pelo veloz crescimento de suas economias, visando converter o progressivo poder econômico em influência geopolítica. Porém, desses países. Diante da queda do preço do petróleo a Rússia foi o país que mais sofreu com os efeitos da crise com a queda de 7,9% do PIB no ultimo ano.

    No final do ano de 2009 o crescimento do PIB brasileiro superou o dos EUA, Canadá e Japão e dos países europeus (que vivem outra crise por causa do temor de calote da Grécia, e de dificuldades fiscais outros países), e deve registrar uma das maiores taxas de crescimento em 2010.

  10. Na atual conjuntura de queda econômica dos países desenvolvidos em razão da falência do banco Lehman Brothers em 2008, o Brasil mostrou-se verdadeiramente uma economia emergente.
    Não há dúvidas de que a crise norte americana afetou a economia interna do Brasil, mesmo que de forma mais leve, se comparado aos países desenvolvidos, como EUA e países da Europa. Mas é importante perceber a evolução econômica do país, que está se solidificando e crescendo.
    Diferentemente do México, país extremamente ligado aos EUA, que também registrou queda em seu PIB, o relativo sucesso do Brasil demonstra sua capacidade produtiva e sua gradativa independência e desligamento das nações desenvolvidas.
    Entretanto, importa ressaltar que um melhor resultado poderia vir, mas, infelizmente, a alta carga de tributação, o alto índice de corrupção e a desorganização política impedem uma melhora mais significativa.

  11. Os impactos da crise econômica mundial – difundida a partir da crise dos mercados imobiliário e finaceiro dos Estados Unidos – foram sentidos de forma diferente pelos os países. Como dito no artigo acima, os reflexos da crise incidiram de forma mais drástica e prejudicial em países como Japão, Alemanha, EUA e Reino Unido. Pode-se dizer que os efeitos da referida crise no mercado econômico brasileiro foram mais sutis quando comparados aos dos países desenvolvidos, mas isso não quer dizer que o Brasil tenha ficado imune a ela. A economia do país esta de fato mais sólida, mas teve que adotar medidas como aumento da taxa de juros para evitar a fuga de capitais no momento de crise.
    Mesmo assim o Brasil tem previsão de ter uma das maiores taxas de crescimento do mundo em 2010, o que mostra o intuito do país de reafirmar o seu importante papal na economia mundial.

  12. Os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China) destacam-se cada vez mais no panorama da economia mundial, exibindo índices de desenvolvimento muito satisfatórios, mesmo em vista da crise econômica recente.
    É bom notar que não se trata de um bloco econômico propriamente dito, tal qual a União Europeia (que atualmente é classificada como uma união supranacional). Não obstante, esses países têm procurado aliar forças (observadas algumas restrições relativas, por exemplo, à peculiaridade do modelo político adotado pela China), em busca de melhores condições de negociação perante nações desenvolvidas. Com isso vêm recebendo cada vez mais investimentos e acumulando bons índices de crescimento.
    Difícil antever quando as economias desses países estarão solidificadas o suficiente para efetivamente serem consideradas novas potências mundiais (ressalva para a China, que desponta indubitavelmente como superpotência). Alguns economistas indicam que isso possivelmente ocorrerá já na próxima década. Certo é que os países do BRIC estão em acelerado desenvolvimento, como bem se nota pelos números expostos no artigo ora comentado, sendo considerados por muitos como a base sobre a qual se reerguerá a economia mundial após a crise econômica vivenciada em 2008 e 2009.
    É diante desse panorama que o Brasil está imerso em um clima de otimismo (o que não atenua, por outro lado, problemas sempre em discussão, como a grave situação de desigualdade social). Atravessou a crise econômica e hoje se projeta para nova fase de crescimento, a qual certamente terá seu horizonte definido pelas eleições que estão por vir. Espera-se que os governantes sustentem a política econômica que até o presente momento atingiu bons resultados, aprimorando-a com vista a uma participação cada vez mais efetiva do Brasil na economia mundial.

  13. Comparando-se com os países mais desenvolvidos o Brasil realmente foi menos afetado pela crise,o que era de se esperar já que possui uma menor notoriedade econômica quando comparado a essas grandes potências mundiais. No entando, não se pode afirmar que o Brasil é um país prestes a ter sua economia solidificada. Ainda falta muito para isso. Os Brics são apenas países que compartilham de uma situação econômica com índices de desenvolvimento e situações econômicas parecidas. São possíveis candidatos a atingir uma posição de destaque econômico. Vale lembrar que para isso devem manter estabilizados vários índices tais como uma política estável, grande número de mão de obra qualificada, produção e exportação em crescimento, reservas de recursos minerais, investimentos em setores de infra-estrutura (estradas, ferrovias, portos, aeroportos, usinas hidrelétricas, etc), bons indíces sociais com a diminuição das desigualdades, investimentos estrangeiros, etc. Então, são uma série de fatores a serem atingidos, dos quais a realidade atual brasileira ainda está distante. Além do que destaque-se nesse grupo a China em razão do seu rápido desenvolvimento econômico, com um grande crescimento do PIB anualmente. Assim, falar que o Brasil se saiu bem quando comparado ao desenvolvimento de outros países pode ser um pouco precoce pois deve envolver uma análise por completo de todos os aspectos do contexto econômico mundial. Nós brasileiros esperamos sim que o Brasil continue crescendo para atingir todos os requisitos acima citados e mais do que isso os mantenha, para ocupar um lugar de destaque na economia e desenvolvimento mundial.

  14. O Brasil tem evoluido e sua economia está em constante crescimento, o que pode ser observado pelo crescimento do PIB nos ultimos anos.
    Os países desenvolvidos são constantemente abalados pelas crises econômicas, visto que são eles que movimentam a econômia como um todo.
    Países em desenvolvimento como o Brasil tem evoluído economicamente, gerando uma espectativa boa para os governantes e para a população.

  15. O governo brasileiro teve grande mérito na recuperação do país na crise econômica. Graças ao bom trabalho desempenhado é que foi possível obter resultados que superaram os de países desenvolvidos, tais como Estados Unidos e Alemanha.
    Foi traçada uma estratégia política para que o consumo não diminuísse de forma considerável, e, dessa forma, não gerasse desemprego. Para isso, alguns artifícios foram utilizados, como, por exemplo, a manipulação de impostos extrafiscais, como é o caso do IPI, que foi consideravelmente reduzido.
    Com isso o governo conseguiu manter o mercado estável, na medida do possível, e deixou evidente a solidez econômica do país.
    Destarte, demonstrou o Brasil que sua economia é digna de credibilidade, devendo ser aproveitado o bom momento para a busca de boas parcerias internacionais. Principalmente pelo fato da expectativa de crescimento, conforme relata o artigo em comento, ser uma das maiores no presente ano.

  16. A trajetória do país perpassa por momentos de crise. A década perdida, 1980, com elevação dos juros no mercado internacional e o aumento da dívida externa levaram o país a um momento de crise em que o Estado não tinha condição de investir em novas tecnologias e as empresas estatais foram ficando obsoletas. Hoje, ao contrário daquela época, o Brasil se sai bem ,em comparação com outros países, podendo cada vez mais assumir seu papel de país “em desenvolvimento”. Apesar das crises enfrentadas, principalmente as relacionadas à etica e poder, entraves ao crescimento, o país apresenta excelentes oportunidades para expandir-se cada vez mais. Comparar o PIB brasileiro com países mais desenvolvidos demonstram que o desempenho nacional está bom, mas que pode melhorar muito mais com diminuição da taxa de juros e organização política diminuindo assim o alto índice de corrupção.

  17. Há tempos que as autoridades governamentais brasileiras vêm adotando e executando uma políticas de ajuste fiscal, de reformas na administração pública, na previdência social, assim como a abertura crescente do mercado interno para a entrada de capitais e de investimentos exteriores, a intensificação da diplomacia com outros países e blocos econômicos, tornando o Brasil um ator cada vez mais importante frente às grandes potências econômicas mundiais. O resultado do PIB (Produto Interno Bruto), relativo ao ano de 2009, demonstrou uma leve desaceleração da economia do País, mas nada tão drástico e preocupante o suficiente, haja vista que muitos países do mundo ainda estão amargando as fortes e duras consequências da crise financeira mundial de 2008. Este resultado denota a força e solidez do Brasil no cenário mundial e, principalmente, em relação aos principais países em desenvolvimento, os chamados BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Vale ressaltar que, apesar desta pequena queda do PIB brasileiro de 2009, as previsões dos especialistas e analistas econômicos, para o crescimento da economia brasileira, no ano de 2010, são muito positivas e alvissareiras.

  18. A marola do nosso presidente pode ter sido um pouco maior do que ele imaginara, porém é inegável que o Brasil se saiu bem no momento de crise que assolou todo o mundo em 2009.

    Essa taxa de crescimento razoável, é muito positiva se analisarmos o panorama mundial no ano. A maioria dos países desenvolvida enfrentou uma recessão, e alguns poucos, como a Islândia entraram em uma bancarrota total.

    O mérito para esses resultados brasileiros deve ser dividido entre o empresariado brasileiro que está acostumado a turbulências, e age rápido em momento complicados, e os lideres políticos nacionais, que adotaram medidas rápidas e eficazes pala desatolar o mercado e aumentar o fluxo econômico.

  19. A economia brasileira, medida pelo PIB em dólares, está atrás apenas da chinesa entre os BRICs (grupo que reúne Brasil, Rússia, China e Índia), de acordo com o FMI. Apesar da crise, que abalou a estrutura da economia global, atingindo de uma maneira mais significativa os países desenvolvidos, como citado no texto comentado (Os EUA viram o PIB encolher 2,4%, enquanto o Reino Unido amargou um tombo de 4,9%, a Alemanha, de 5% e o Japão, de 5,1%), o Brasil não sofreu grandes impactos.
    Como já dito, o Brasil se saiu razoavelmente bem em relação aos referidos países, muito porque o país, nos últimos anos, teve o real valorizado em relação ao dólar, possibilitando assim, um menor abalo da crise e uma melhor estrutura de crescimento.
    Esse crescimento vivido pelo país, de certa formam se dá graças aos governos passados, que conseguiram restruturar a economia e criar uma base para que o governo Lula atuasse de uma maneira estável.

  20. O Brasil desenvolveu uma base econômica muito forte em diversos setores, o que auxiliado a uma política que a muitos anos, anteriormente ao governo atual, se organizou e consolidou essa estrutura sólida possibilitando uma pequena afetação da crise mundial agravada pela quebra do Lehman Brothers, em setembro de 2008.

    Observando os índices de crescimento, o brasileiro, fica atrás apenas da China que foi de 8,7% e Índia com seus expressivos 6,8% alcançados. Ao contrário da zona do euro que passa por situação econômica preocupante diante de dificuldades fiscais em alguns países e possível calote da Grécia.

    Conforme mencionado no artigo em comento, há uma expectativa muito grande para que o Brasil em 2011 demonstre um crescimento econômico muito expressivo, um dos melhores do mundo. Resultado este da estrutura sólida já formada, setores que crescem assustadoramente como o da construção civil e a política fiscal de auxílio dada pelo atual governo a empresários brasileiros para que a crise não repercutisse tanto em seus produtos, o que poderia aumentar o desemprego, alguns setores econômicos entrariam em colapso e mesmo haveria a retirada de muitas empresas do mercado.

  21. Um país maltratado pela avidez de ganho de um pequeno grupo de “urubus”, que venceu a ditadura, as diversidades, os tabus políticos, e conseguiu instaurar a democracia e a ordem econômica, mostra ao mundo que realmente é gigante pela própria natureza.
    Embora tenha passado pelo caos no início deste novo mundo democrático, o Brasil soube tomar importantes decisões e atualmente colhe os frutos de uma política econômica forte e eficaz, que para 2010 prevê um crescimento de 7,6% no PIB ajustado por PPP, e um crescimento nominal de 5%, petrificando assim, a estabilidade do Brasil diante do mercado mundial. No meu singelo entendimento, cabe a todos os brasileiros torcer pela continuidade desta política econômica e agradecer àqueles que sabiamente foram os guias nesta estrada cujo rumo é o sucesso.

    • Foi sabiamente ressaltado as dificuldades e embaraços que nosso país vivenciou em um passado não muito distante e os bons frutos colhidos em pouco tempo, vez que após ditadura mudamos completamente os rumos de nossa economia, política interna e internacional. O Brasil passa por um bom momento e as expectativas para o futuro são tão grandes quanto às esperanças dos brasileiros em ver nosso país se destacando dentre os demais. Estudos internacionais já demonstraram que em 2030 ocuparemos a 5º posição entre as maiores economias mundiais. Além disso, os prognósticos indicam que, até 2020, o Produto Interno Bruto do grupo dos sete maiores emergentes (incluindo o Brasil), será superior do que o do G-7, corroborando no entendimento de que o Brasil em breve se tornará uma das maiores potencia mundial.

  22. A crise financeira que contaminou o sistema mundial não atingiu o Brasil de forma tão certeira quanto os outros paises que possuíam papeis ligados à hipoteca de alto risco, porém como vivemos em um mundo globalizado, vários setores sofreram com a crise. Dos setores que foram atingidos pela crise podemos citar o da exportação e, além disso, pode-se falar também da dificuldade de encontrar linhas de credito. Para tentar reduzir os efeitos da crise várias medidas foram tomadas como; o depósito compulsório das instituições financeiras. Tais medias vem contribuindo para que o Brasil se destaque se afirme no contexto internacional e entre os grupos do qual ele é membro como é o caso dos BRIC que está em processo de desenvolvimento vem se afirmando mundialmente, tendo cada pais um papel de suma importância para o seu sucesso.

  23. Realmente, até mesmo os mais “direitistas” devem admitir que o governo Lula tem se saído bem em determinadas ocasiões. O fato de termos sentido somente uma marola, como o nosso próprio Presidente classificou, se deu em razão da economia brasileira estar um tanto quanto sólida no momento. Além disso, o Governo concedeu uma série de incentivos para que o mercado não parasse, como por exemplo a redução do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), que pelo mecanismo de preço, foi repassado pelas Indústrias diretamente aos consumidores.
    O Brasil está realmente sendo visto com outros olhos, conforme dito em um dos comentários acima. Todavia, deve-se conter o oba-oba, para não gerar uma onda de euforismo, prejudicando assim, tudo o que já foi conquistado. A conjectura global está mudando e o Brasil tem tudo para estar entre uma das economias mais fortes do mundo.

  24. O Brasil tem saído bem no que tange o cenário mundial econômico, uma vez que formou através de governos anteriores uma base sólida nos diversos setores econômicos. Crédito este que não deve ser atribuído ao atual, uma vez que manteve a política econômica desenvolvida há tempos.
    Ao ser afetado pela crise mundial o “dileto” governo tomou as medidas básicas que qualquer espectador da economia tomaria ao reduzir o IPI incentivando e salvando algumas empresas de uma possível extinção.

  25. IIsso é o resultado de uma política pública eficaz. O Brasil, pela primeira vez,esta no clube dos países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo a ONU .O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação reconhece que o país tenha alcançado ligeira melhora na alfabetização de jovens e adultos entre 2004 e 2005. Houve ganhos, inclusive com o reajuste do salário mínimo aumentando assim a renda do brasileiro. A saúde melhorou, houve aumento na expectativa de vida do brasileiro (71,7 anos em 2005), A expectativa de vida no Brasil era de 70,8 anos em 2004, e subiu para 71,5 anos. Isso porque o Pnud reduziu as estimativas de mortalidade pelo HIV.
    Ainda precisamos melhorar mais, para termos um Brasil digno para todos

  26. Isso é o resultado de uma politíca pública eficaz. O Brasil, pela primeira vez,esta no clube dos países com alto Índice de Desenvolvimento Humano (IDH), segundo a ONU .O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep), vinculado ao Ministério da Educação reconhece que o país tenha alcançado ligeira melhora na alfabetização de jovens e adultos entre 2004 e 2005. Houve ganhos, inclusive com o reajuste do salário mínimo aumentando assim a renda do brasileiro. A saúde melhorou, houve aumento na expectativa de vida do brasileiro (71,7 anos em 2005), A expectativa de vida no Brasil era de 70,8 anos em 2004, e subiu para 71,5 anos. Isso porque o Pnud reduziu as estimativas de mortalidade pelo HIV.
    Ainda precisamos melhorar mais, para termos um Brasil digno para todos

  27. Depois de superada a crise econômica que surgiu com a quebra do banco norte-americano Lehman Brothers, em setembro de 2008, é possível afirmar que a economia do Brasil surpreendeu os próprios brasileiros, se mostrando resistente e pouco afetada pela crise.
    Não se pode negar que houve impactos no Brasil, entretanto eles foram pequenos se comparados àqueles que atingiram as grandes potências econômicas como União Européia, EUA e Japão.
    A queda de 0,2% no PIB do Brasil é evidência de que a crise também passou por aqui, tendo em vista que esta foi a primeira queda desde o Governo Collor. Entretanto, é admirável as medidas adotadas pelo governo para contornar a crise e evitar grandes danos à economia brasileira. Além disso, ainda há a perspectiva de crescimento econômico no ano de 2010. Dessa forma, pode-se dizer que a economia brasileira está caminhando rumo ao desenvolvimento, ganhando credibilidade diante dos demais países e se mostrando, de certa forma, independente e capaz de superar, de modo satisfatório, problemas econômicos de âmbito mundial.

  28. A baixa queda do PIB Brasileiro deu-se pela política econômica adotada pelo Brasil nos últimos anos.
    Nota-se claramente que, comparado aos países desenvolvidos, o Brasil suportou a crise muito bem.
    Paises como os Estados Unidos, México, a União Europeia e outros tiveram uma queda no volume do PIB bem mais expressiva que o Brasil.
    Depois da crise de 2008 vimos que o Brasil está, cada vez mais, se tornando capaz de assumir um papel mais do que meramente de “país em desenvolvimento”.

    Considerando o BRIC, uma aliança formada por Brasil, Rússia, Índia e China, países que se sobressaíram pelo crescimento de suas economias, visando converter o progressivo poder econômico em influência geopolítica. Porém, diante da queda do preço do petróleo a Rússia foi o país que mais sofreu com os efeitos da crise com a queda de 7,9% do PIB no ultimo ano.

    No final do ano de 2009 o crescimento do PIB brasileiro superou o dos EUA, Canadá e Japão e dos países europeus (que vivem outra crise por causa do temor de calote da Grécia, e de dificuldades fiscais outros países), e deve registrar uma das maiores taxas de crescimento em 2010.

  29. Não se pode avaliar o desempenho econômico do país apenas pelos dados do ano e que se debateram as consequências da crise econômica mundial. O Brasil certamente ainda tem muito o que fazer para alcançar as médias de crescimento da China e da Índia.
    O primeiro passo foi dado, o Brasil conseguiu demonstrar que tem potencial de crescimento contrariando vários economistas, agora precisamos tomar medidas drásticas para modificar antigas mazelas que freiam nosso desenvolvimento econômico, a começar pela reforma tributária, a unificação dos tributos facilitará a fiscalização e majoração do necessário a ser taxado sobre os contribuintes, em seguida prosseguir com o corte dos juros atentando sempre aos índices de inflação, de forma a impedir o crescimento da dívida pública, também é imprescindível o corte dos gastos públicos em escala, o Estado brasileiro sofre de uma hemorragia crônica do érario público.
    Os investimentos em infra-estrutura são primordiais para crescimento da indústria nacional, porém não parece que os governantes se preocupem muito com esta questão, nossos portos e estradas estão completamente abandonados, não comportam mais a demanda da indústria, chegam a ser obsoletos quando comparados a infra-estrutura oferecida por outros países emergentes, como por exemplo os tigres asiáticos, emergentes do sudeste oriental que investem o dinheiro público de forma exemplar.
    Sofremos com a burocracia quando não a inércia da administração pública, que impede a adaptação às novas situações do mercado, também o processo legislativo é moroso não há uma metodologia sistemática das leis, que acabam sendo muito esparsas, confusas e divergentes.
    Não cabe enumerar aqui todas as medidas cabíveis, mas já se percebeu que o país tem que melhorar como um todo, em amplo espectro para poder pleitear uma vaga entre as maiores economias do mundo.

  30. A crise econômica mundial afetou muitos países, e o Brasil também não ficou de fora. O que se observa porém é que a diferença está na medida econômica adotada pelo Governo Brasileiro pra manter o mercado interno movimentando.
    É importante que o Brasil, junto com outros “países em desenvolvimento” se destaquem no cenário mundial. Principalmente no que diz respeito ao Bric, que cada vez mais revela sua relevância economica. É nesse momento que este grupo mostra seu desenvolvimento e se consolida como pólo econômico influente.
    Apesar do Brasil ter tido uma queda no PIB, o fato de seu índice ter sido menor que os dos países europeus, dos EUA e do Japão, por exemplo, chama a atenção dos investidores possibilitanto o crescimento econômico constante do país.

  31. Ao ser atingindo de maneira mais branda pela crise do final de 2008, o Brasil está bem economicamente em comparação com os países desenvolvidos. Sendo assim, esta seria uma oportunidade ímpar da economia brasileira alcançar números, jamais vistos. Enquanto outros países tiveram quedas acentuadas no PIB, com exceções de China que teve alta de 8,7% e Índia 6,8%, o Brasil teve uma queda de apenas 0,2% que em tempos de crise é um resultado excelente.
    Entre os países que fazem parte do BRIC (grupo formado por Brasil, Rússia, Índia e China), o pior desempenho foi da Rússia que teve uma queda de 7,9%. Já Índia e China tiveram os maiores crescimentos do mundo, sendo denominados os dois principais motores da economia mundial. O Brasil se encaixa nesse grupo sendo o leão que vai despertar, realmente é o que todos nós brasileiros esperamos.
    Ao se destacar economicamente depois da crise, o Brasil deixou de ser um coadjuvante para se tornar um protagonista da economia mundial, agora é dever de nossos governantes atuarem de forma séria, fazendo as escolhas certas, pensando no bem do nosso país. Temos um futuro promissor que está próximo, previsões do banco J.P. Morgan projeta uma alta de 6,2% do PIB brasileiro no ano de 2010, o que se pode chamar de um grande crescimento. Enfim, por mais que tenhamos problemas acredito que estamos no caminho certo, para nos tornarmos um país desenvolvido e melhor.

  32. A economia mundial está vivendo um momento único na história. Estamos vivendo uma crise causada por outras crises. E é nisso que os governantes e grandes economistas estão trabalhando: uma forma de proteger outros países quando uma crise acontece em algum ponto isolado
    No dia 09/06/2009 o IBGE anunciou que o PIB do país ficou em -0,8% em comparação com o trimestre anterior. O brasileiro está mais cauteloso ao comprar novos bens e os investidores estão mais cautelosos ao investir no Brasil. Mesmo assim temos um ganho acumulado de cerca de 60% na bolsa de valores desde o início do ano.
    http://www.produzindo.net/entenda-a-crise-economica-que-estamos-vivendo/
    Muitos apontam que em cenário de crise surgem oportunidades. A qualidade jamais deve ser descartada. Ela pode ser um diferencial.
    http://www.duplipensar.net/dossies/crise-economica-mundial/como-surgiu-a-crise-economica-mundial.html

    Esse conjunto de informações vem comprovar, evidenciar a matéria, pois a reação brasileira frente à crise foi marcada pela abertura de novas oportunidades no mercado financeiro. Refletindo nas questões sócio-econômicas dos brasileiros permitindo que mesmo diante do colapso mundial, o Brasil pudesse alcançar índices iguais ou melhores que os dos países desenvolvidos.

  33. O PIB é um dos indicadores mais utilizados na macroeconomia com o objetivo de mensurar a atividade econômica de uma região.
    Na contagem do PIB, considera-se apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo de intermediário (insumos). Isso é feito com o intuito de evitar o problema da dupla contagem, quando valores gerados na cadeia de produção aparecem contados duas vezes na soma do PIB.
    Eua, Alemanha, Japão e Reino Unido tiveram uma alta queda no seu PIB, enquanto o Brasil teve uma pequena queda, demosntrando que vêm se desenvolvendo.
    O Brasil superou alguns PIBS asiáticos, como a Tailândia,por exempo.
    Mas após a crise os países estão se recuperando, mas mesmo assim o Brasil se encontra na frente. É importante ressaltar que o Brasil foi um dos poucos países que passaram pela crise, sem muitos prejuízos e já se pode considerar que está completamente recuperado das poucas perdas da crise que tanto afetou uma das maiores potências mundiais, os Estados Unidos.
    A Europa vive uma crise ainda devido a um temor do calote de Grécia.
    Devido as pesquisas, no ano de 2010, o Brasil apresentará o maior crescimento comparado com os outros países e mais uma alta no PIB, mas alguns países asiáticos tem a possibilidade de passar o Brasil este ano, como China e Taiwan.
    Segundo o Fórum Econômico Mundial, o Brasil foi o país que mais melhorou em competitividade em 2009, ganhando oito posições entre outros países, superando a Rússia pela primeira vez e fechando parcialmente a diferença de competitividade com a Índia e a China, as economias BRIC. Importantes passos dados desde a década de 1990 para a sustentabilidade fiscal, bem como as medidas tomadas para liberalizar e abrir a economia, impulsionaram significativamente os fundamentos do país em matéria de competitividade, proporcionando um melhor ambiente para o desenvolvimento do setor privado
    Proprietário de um sofisticado setor tecnológico, o Brasil desenvolve projetos que vão desde submarinos a aeronaves e está envolvido na pesquisa espacial: o país possui um centro de lançamento de satélites e foi o único país do Hemisfério Sul a integrar a equipe responsável pela construção do Estação Espacial Internacional (EEI). É também o pioneiro em muitos outros campos econômicos, incluindo a produção de etanol.
    O Brasil também é pioneiro nos campos da pesquisa de petróleo em águas profundas, de onde 73% de suas reservas são extraídas. De acordo com estatísticas do governo, o Brasil foi o primeiro país capitalista a reunir as dez maiores empresas montadoras de automóvel em seu território nacional.

  34. Como país de economia emergente, o Brasil se saiu muito bem em comparaçao com os países desenvolvidos. Apesar da queda de 0,2 do PIB (Produto Interno Bruto), o Brasil apresentou um desempenho expressivo diante dos países desenvolvidos atingidos pela crise mundial. A comparaçao é baseada na queda do PIB. Comparando com EUA, Reino Unido, Alemanha e Japão, a queda do PIB brasileiro foi razoalvelmente menor. Isto reflete a postura positiva que o Brasil apresentou diante da crise. Em 2010 o Brasil deve registrar uma das maiores taxas de crescimento do mundo. Apesar de serem os países desenvolvidos, são os chamados BRIC’s que refletem um grande crescimento economico, principalmente diante da crise mundial.

  35. É fato que o Brasil foi menos atingido pela crise que os países desenvolvidos. Após superar varias crises adquiriu experiência, fruto de anos de amadurecimento econômico. Todavia, vivemos em um mundo globalizado e não há como sair ileso dos impactos da crise, por melhor que esteja a economia do país.
    Assim, pode-se dizer que todos os países sentiram a crise, o que está variando é a capacidade de superá-la. O Brasil possui uma forte economia interna que o ajudou a manter-se em meio à turbulência, mas apesar disto houve uma desaceleração das exportações, aumento do desemprego, diminuição de crédito e ainda falta-lhe infra-estrutura, para conseguir aproveitar todo o potencial que dispõe.

  36. O Brasil pode comemorar a melhora das suas condições econômicas principalmente a partir do ano passado. Comparado com os países desenvolvidos da Europa e Estados Unidos, o Brasil teve apenas uma pequena queda no seu PIB. Entre os países do chamado “BRIC” (Brasil, Índia, Rússia e China), a Rússia teve pior desempenho, por causa da queda do preço do petróleo. Enquanto isso, observou-se uma reação, embora tímida, dos países desenvolvidos contra a última crise econômica. Na Europa, a situação encontra-se pior do que nos Estados Unidos. Assombra o temor de um calote da Grécia, e de dificuldades fiscais em países com Espanha, Itália e Portugal.
    Segundo previsões do Banco J. P. Morgan, em 2010, o Brasil deve apresentar uma grande taxa de crescimento (6,2%), embora menor que China e Índia. Para os EUA, previram uma alta de 3,4%.
    Portanto, não se pode negar que, seja pela conjuntura mundial ou por méritos do nosso governo, o Brasil parece estar vivendo um período de tranqüilidade econômica.

  37. Todos criticaram demasiadamente o Presidente quando o mesmo se referiu à crise como “marolinha”.

    De fato, uma crise de tamanha proporção passou longe de se uma marolinha, estando mais para uma Tissunami que causou bastante estrago nas economias dos países em todo o globo.

    No entanto, analisando o resultado da crise no Brasil, e, principalmente, como o mesmo vem se recuperando, percebe-se que por aqui o estrago foi, de fato, muito inferior em comparação com outras economias.

    Todavia, é de suma importância asseverar que se hoje o Brasil conta com uma economia estável, devemos agradecer aos dois últimos governos que tivemos. O passado, por criar todos os mecanismos para a solidificação da economia, e o atual, que apesar de não contar com tamanha sabedoria, teve o bom senso de manter a política econômica iniciada por seu antecessor.

  38. Esses dados mostram que o Brasil, cada vez mais, está crescendo e desenvolvendo financeiramente. E mais, mostra a força que o país ganha frente as demais nações da América Latina, claramente se fortalecendo como “líder” dos sul-americanos.
    Apesar dos nosso amigos Argentinos não gostarem da idéia de ter o Brasil como representante dos Latinos, a verdade é que o Brasil não saiu simplesmente da crise econômica, mas também saiu mais fortalecido financeiramente e moralmente falando.
    A recuperação do Brasil frente a crise, pode ser explicado por medidas adotados pelo governo antes dela, quando o país teve nos últimos anos altos investimentos, aumento de exportação, crescimento das reservas e pagamento de nossa dívida com o FMI. Isso tudo, foram medidas que possibilitaram o Brasil intervir na economia, por exemplo quando abaixou IPI de alguns produtos.
    Umas das lições da crise é entender que os mercados não podem ser deixados à solta, sem intervenção do Estado, o que o Brasil conseguiu fazer com certo louvor.

  39. O resultado dessa comparação demonstra que o Brasil está com uma economia mais sólida que outros países desenvolvidos, até mesmo tendo destaque entre os Bric’s. Tal solidez foi responsável por não afetar de maneira tão intensa o Brasil na crise do ano passado. Esses dados reforçam a liderança do Brasil diante dos demais países da América do Sul, o que é muito importante.
    A atual situação da economia brasileira é muito boa, tendo o governo concedido empréstimo ao FMI e fornecido aporte econômico para ajudar a combater a crise na Grécia. Isso reafirma a posição do Brasil como credor no sistema financeiro internacional.
    Penso que a tendência é melhorar devido ao fortalecimento do mercado interno e à descoberta de novas reservas petrolíferas com o Pré-sal . Segundo declaração do Presidente da República, o governo deve usar parte do dinheiro proveniente do Pré-sal para investir em educação, sendo esta área essencial para proporcionar melhores resultados para o Brasil firmar-se como potência.
    Segundo o texto acima, existem previsões excelentes de crescimento econômico para o Brasil este ano, sendo umas das maiores entre vários países.
    Portanto, tudo indica que esse ano vai ser extremamente auspicioso, cabendo ao governo oferecer a estrutura necessária ao desenvolvimento, cumprindo as metas de inflação, investindo em infraestrutura e etc.

  40. Para que se possa mensurar a atividade econômica de uma região, o PIB é um dos indicadores mais precisos e utilizados. Para que se evite o problema da dupla contagem, que acontece quando valores gerados na cadeia de produção apareçam contados duas vezes, considera-se na contagem do PIB apenas bens e serviços finais, excluindo da conta todos os bens de consumo intermediário.
    O Brasil mostra que vem se desenvolvendo quando tem o seu PIB comparado ao de outros países, como Alemanha, Japão e Reino Unido, que tiveram forte queda.
    Mesmo após a crise que afetou principalmente os EUA, já se pode considerar que o Brasil está completamente recuperado dos prejuízos que sofreu.
    O grande crescimento do Brasil, deve-se ao sofisticado setor tecnológico que possui, que permite o desenvolvimento de projetos e pesquisas em diversas áreas, inclusive na espacial . Outro ponto a ser observado é o pioneirismo do país nos campos da pesquisa de petróleo.
    Diante disto, no ano de 2010, o Brasil apresentará o maior crescimento comparado ao de outros países, e mais uma alta no PIB, podendo ser ultrapassado apenas por algumas potências asiáticas.

  41. Existem várias razões pelas quais o Brasil não sofreu tanto com a crise como outros países. Um dos motivos que podemos citar é que no Brasil, não existia muito o tipo de operação financeira responsável pela crise. Pelo que foi noticiado, a desregulamentação excessiva do mercado de crédito nos EUA permitiu que os bancos emprestassem mais dinheiro do que eles realmente tinham. Além disso, como o crédito era fácil e barato, as pessoas se endividaram de forma grave.
    No decorrer da história, verificamos que o sistema econômico uma hora defende o liberalismo, ao argumento de que o mercado se auto-regula; já em outro momento afirma que é necessário o intervencionismo, para combater os abusos. Atualmente, chegou-se a conclusão de que nenhuma das duas formas é a adequada. Isto é, tanto a ausência como o exagero na regulamentação da economia são modelos fracassados.
    O Brasil não foi tão atingido pela crise mundial justamente por ter um Banco Central mais conservador. Neste sentido, pode-se dizer que a extensão da regulamentação do Estado na economia pelo Brasil se mostrou mais adequada do que a de outros países, devendo servir de modelo para muitos.

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