11/09/2009: 8 anos após os ataques terroristas


 

CNN: “Obama on 9/11: ‘No words can ease the ache of your hearts’ “

President Obama addresses family members and friends who lost loved ones on September 11, 2001.

NEW YORK (CNN)President Obama spoke at the Pentagon on Friday to those who lost loved ones on September 11, 2001, telling them no words would heal their pain yet calling for a renewed resolve against the ones who attacked the country eight years ago.

Obama laid a wreath of white flowers at the Pentagon, where 184 people lost their lives when a hijacked jet smashed into the military icon outside the nation’s capital.

“No words can ease the ache of your hearts,” Obama told a crowd of relatives and friends standing under umbrellas in a steady rain. The plane, American Airlines Flight 77, struck the Pentagon’s west wall.

Earlier in the day, the president and first lady Michelle Obama held a moment of silence outside the White House to mark the eighth anniversary of the al Qaeda attacks that killed 2,752 people.

At the Pentagon, Obama was introduced by Defense Secretary Robert Gates, who spoke of the “great pinnacle of sacrifice” shown that day.

“Eight Septembers have come and gone,” Obama said. “Nearly 3,000 days have passed, almost one for each one who has been taken from us.

“We recall the beauty and meaning of their lives,” he said. “No passage of time, no dark skies can dull the meaning of that moment. 

“Let us renew our resolve against those who perpetrated this violent act,” Obama said.

The nation paused at the moments when the planes crashed into the World Trade Center towers and the Pentagon — symbols of America’s financial and military might — and at a field near Shanksville, Pennsylvania. Officials believe that plane’s target was either the White House or the Capitol.

There was silence at the site of the former World Trade Center at 8:46 a.m., the time the first plane struck the North Tower, followed by another at 9:03 a.m. when a jet struck the South Tower.
iReport.com: 9/11 emotions surge back in sculpted tributes, memories on video

Family members and friends of those killed read their names in solemn roll calls at each site as bells tolled.

In London, England, U.S. Ambassador Louis Susman and his wife, Marjorie, laid a wreath at the September 11 Memorial Garden in Grosvenor Square.

At ground zero in New York, a woman whose husband worked on the 94th floor of one of the twin towers recalled that day.

“The pain can still be so sharp. … I realize how much my life has changed,” she said, mentioning that her children have now grown and she has grandchildren.

Her husband left many lessons, she said, including “the courage to be kind.”

Just before the first moment of silence, New York City Mayor Michael Bloomberg praised the newly established September 11 National Day of Service and Remembrance, designated by Obama.

“Appropriately, the city of New York has taken up that call. From this day forward we will guard the memories of those who died by rekindling the spirit of service and help keep us strong,” Bloomberg said.

At the Web site set up for that day, people were listing their charitable acts.

One man who spoke to the crowd at ground zero remembered his brother, a partner at a law firm near the twin towers and a longtime volunteer firefighter. He rushed “toward the inferno,” to do what he could to help, the brother said.

“He was there when the tower collapsed.”

Near Shanksville, people gathered at a field where the 40 passengers and crew of United Airlines Flight 93 died. The passengers and crew, aware of the fate of other hijacked planes, fought the men who had taken control of their aircraft, leading to its crash.

Former Secretary of State Colin Powell gave the keynote address at the 2,200-acre site, where a $58 million memorial is scheduled to open in 2011, on the 10th anniversary of the attacks.

More than 1 million people already have visited the field, Powell said.

No one could capture the terror the 40 people aboard Flight 93 must have endured, Powell said. They were strangers to each other who “represented the very best diversity that is America,” he said.

“In place of fear, they found the courage of attack,” he said. “They seized the moment, and they lost their lives in so doing. We are here to … honor their spirits.”

Powell said he believes the United States is safer since the attacks.

He pointed to improvements in the visa system, which gives officials a better idea of who is coming into the country; creation of the U.S. Homeland Security Department and beefed-up security at airports. Powell said there also have been improvements in law enforcement and intelligence-gathering. Engaging the terrorists in Afghanistan also is a solid move, he told CNN.

“But you can’t rest on that. You have to keep studying the problem. You have to keep trying to get into their mind. And so it may be a long and continuous fight that may never end.”

 Fonte: www.cnn.com/us

Leia mais:

Mourners Gather to Remember September 11 Attacks 8 Years Later – FOX NEWS

Oito anos depois do 11 de setembro, o legado sangrento dos erros de Cheney – UOL INTERNACIONAL

Oito anos após, NY é diferente do previsto em 12 de setembro – TERRA

Postado por Lais Niman

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8 respostas em “11/09/2009: 8 anos após os ataques terroristas

  1. Como leitor do Projeto Orbis gostaria de sugerir que as matérias sejam mais resumidas e quando estas estiverem em Língua Estrangeira, que o autor coloque um resumo em Português, pois se o autor sabe ler em Inglês não terá problemas em contar para pessoas que não sabem um pouco sobre a matéria divulgada. Ou então este Observatório tornará um mero reduto de pseudo-intelectulista bilíngue.
    Obrigado.

    • Caro Lucas Freitas,
      Como coordenador do Projeto ORBIS eu queria dizer que a gente fica muito feliz por saber que pessoas como você – que gosta de saber quais são as notícias internacionais – estão buscando informações aqui no Observatório. Melhor ainda foi o fato de você participar de maneira propositiva.´Eu acho que deve ser muito mais fácil escrever um comentário elogiando nosso Projeto do que seria escrever uma crítica. E você fez uma crítica muito pertinente. Seria mesmo muito legal se os vários colaboradores deste Projeto, ao postarem notícias em outro idioma, pudessem redigir um pequeno resumo em português para, assim, democratizar ainda mais o conhecimento que acessamos (Lucem accipe ut redas) Eu me comprometo a propor isso na nossa próxima reunião de trabalho.
      Dito isso, gostaria de fazer uma pequena observação pessoal. Eu posso estar errado, mas tenho a impressão de que a maneira agressiva e deselegante com que você apresentou sua sugestão é um indicativo de que isto é uma questão importante para você. Então, eu queria aproveitar esta oportunidade que você criou ao iniciar este diálogo conosco, para te convidar a participar do nosso Projeto. Deixe sugestões de textos, links, temas. Deixe seus comentários sobre o Orbis, em si, e sobre as notícias que ele traz. Use essa energia para contribuir ainda mais para o debate. A casa é nossa.
      Atenciosamente,
      Luiz Albuquerque

  2. Caro professor Luiz Albuquerque, agradeço a resposta. Confirmo que sou leitor assíduo deste Observatório, pois aqui encontro um apanhado de notícias internacionais, que veem muitas vezes de fontes que não são reproduzidas pela grande mídia nacional. O que valoriza o aspecto democrático deste blog. Mas como disse, um resumo em Português democratizaria ainda mais este espaço, e a brevidade ajudaria, pois o que cansa nos outros portais é justamente a grande dimensão textual. E que a minha crítica não quis de forma alguma ser de”maneira agressiva e deselegante”, só que já havia feito a mesma crítica a outros posts e a falha continuara. Agradeço o convite, mas honestamente neste período letivo estou muito comprometido, e creio que a minha melhor contribuição ao blog é a leitura semanal. Do mais, o Observatório continua muito bom!

  3. Passam oito anos do acontecimento mais significativo para a história dos USA: o atentado terrorista ao World Trade Center ocorrido em 11/9/2001. E, nesta data, a cada ano, eu procuro refletir o que mudou desde este acidente. Aparentemente pouco mudou, pois a ameaça terrorista mantém-se, Bin Laden continua solto e a Al-Qaeda não foi destruída. Ao logo destes oito anos, o mundo assistiu a gravíssimos atentados aos direitos humanos no Darfur, no Zimbawe ou na Birmânia, perante a continuada impotência das organizações internacionais como a ONU frente a onda terrorista mundial. De fato, de 2001 para hoje talvez a mudança mais significativa tenha sido o fim de um mundo unipolar dominado pela ainda única verdadeira superpotência, o declínio progressivo da força e influência ocidentais num mundo onde irrompem outras potências como a Índia, a China, o Brasil ou Rússia.

  4. 11 de setembro de 2001. Tenho certeza de que a nossa geração jamais esquecerá as imagens vistas na televisão em que símbolos de poder e estabilidade mostravam a fragilidade de um país arrogante e prepotente diante de contextos internacionais.
    É triste pensar que o atentado terrorista tenha atingindo milhares de pessoas inocentes. Mas, serviu de uma forma cruel e desumana, para mostrar a maior economia do mundo que dinheiro e poder não são sinônimos de fortaleza.
    Serviu para mostrar aos EUA e ao resto do mundo de que disputas internacionais entre países, deve ocorrer de forma diplomática, de modo que se possa atender interesses de ambos os lados e não a imposição do mais forte, seja porque esse tem o poder econômico, ou porque aquele tem poderes arsenais ou nucleares.
    Assim, se os países não se virem diante de uma política não só econômica, estrutural, mas principalmente uma política de pacificação, o mundo, devido aos interesses individuais de cada Estado estará sempre sob a insegurança de novas reivindicações e demonstrações de poder de caráter extremamente violento.

  5. O atentado terrorista feito contra os Estados Unidos no dia 11/09/2001 causou, realmente, forte comoção mundial.
    Filmes e documentários foram feitos, diversas homenagens foram prestadas para as 184 pessoas que perderam suas vidas no atentado e, até hoje, emocionantes discursos são proferidos pelo presidente dos EUA sempre que o assunto volta à tona. Foi, afinal, um marco na política externa americana.
    Entretanto, não se pode negar que – pelo menos para o anterior presidente americano George Bush, esse ataque foi um verdadeiro pretexto utilizado para justificar ações ainda piores e mais destrutivas por parte dos próprios americanos, que atacaram o Iraque sob a “honrosa” desculpa de proteção nacional, ante o “risco” das armas nucleares de destruição em massa supostamente escondidas pelos iraquianos.
    Mas, será que é correto esse verdadeiro “filme de Hollywood” criado pelos americanos para estes últimos eventos, onde há, de um lado, os “mocinhos” e do outro, os “bandidos”?
    Sim, 184 pessoas perderam suas vidas no atentado, e isso não pode ser ignorado. Mas eu questiono se os americanos se comoveram alguma vez com o fato de que, durante a guerra do Iraque, 6 a 7 civis morreram por hora em razão de seus ataques… Confesso, por essas razões, que acho um tanto hipócrita todos esses emocionados discursos dos líderes americanos que, com os olhos marejados, acreditam ter moral para pregar mensagens de amor, paz e não à violência…

  6. Oito anos após os atentados contra as torres gêmeas e o Pentágono, os EUA conseguiram quase nada em termos de retaliação à morte de 2.990 pessoas. Aconteceram muitas mudanças no desenvolvimento do país, como melhores oportunidades de negócios, mas os progressos das forças americanas e da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em relação à segurança têm sido ínfimos.
    O terrorista saudita Osama bin Laden provavelmente se esconde em algum ponto da fronteira com o Paquistão, e o Talibã se encontra às portas de Cabul.
    Enquanto carros-bomba e terroristas suicidas continuam matando centenas de inocentes no Iraque e no Afeganistão, a ideologia da rede Al-Qaeda contamina milhares de muçulmanos em regiões longínquas. Somália e Iêmen são hoje considerados paraísos para a disseminação da interpretação mais fanática do Corão e a internet se mantém como veículo do ódio. Uma prova de que os Estados Unidos falharam na resposta à tragédia de 11 de setembro de 2001.

  7. Os atentados de 11 de setembro, foram, deveras, um fato único na recente história mundial:foi a primeira vez que os EUA – uma das maiores potências mundiais- sofreu um ataque em seu território. “Nunca antes na história daquele país” (haha) seu território havia sido violado e sofrido um ato de guerra.

    Mas foi o ataque, de fato, tão devastador quanto afirmam as autoridades norte-americanas?

    Os registros dos atentados de 11 de setembro de 2001 contam cerca de 2998 mortes. Mas esses danos não são em nada extraordinários quando comparados com outros fenômenos internacionais ou mesmo internos dos EUA: segundo dados da ONU, o genocídio de Ruanda, em 1994, matou cerca de 800.000 pessoas em apenas 10 dias; estima-se que, nos EUA, haja cerca de 10.000 assassinatos por arma de fogo por ano. Mas não há uma comoção internacional para combater isso. Por que há, então, tanta comoção internacional no combate contra os perpetradores de tal ato?

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