9 09UTC Novembro 09UTC 2009

“Reinvenção” do Mercosul

bolivar.jpg

O Brasil sempre conseguiu impor uma solução, mas pagando um preço para os outros membros do bloco.

Todo acordo comercial do Mercosul tem sido uma dificuldade, embora nenhum até agora tenha deixado de ser assinado por causa de divergências no bloco. O Brasil sempre conseguiu impor uma solução, mas pagando um preço para os outros membros do bloco.

Agora, com o estado cada vez mais calamitoso do bloco, aumenta no setor privado brasileiro a demanda pela “reinvenção” do projeto de integração regional. A opção seria recuar e transformar a união aduaneira em área de livre comércio, desmontando a Tarifa Externa Comum (TEC), já razoavelmente furada.

Com isso, o Brasil poderia fechar sozinho importantes acordos bilaterais de comércio – com a União Europeia, por exemplo, e mais tarde com os próprios Estados Unidos, na visão de alguns segmentos empresariais.

A flexibilidade facilitaria acordos comerciais num momento em que a Argentina tem dificuldades para liberalizar seu mercado, com um processo de reindustrialização que passa pela percepção de que precisa de proteção na fronteira, notam negociadores.

Paraguai e Uruguai também têm resistido a acordos de livre comércio do bloco com outros parceiros porque querem manter o mercado brasileiro cativo. Toda vez que há um acordo do Mercosul com outros países, é criada uma competição adicional que paraguaios e uruguaios passam a ter no mercado brasileiro, corroendo suas preferências. De maneira geral, os dois negociam mais com o Brasil do que com outros países, tentando manter suas vantagens.

Até agora, acordo do Mercosul só deixou de ser assinado por causa dos setores econômicos. Na negociação com as seis nações do Conselho de Cooperação do Golfo Pérsico (Arábia Saudita, Catar, Kuwait, Emirados Árabes Unidos, Omã e Bahrein), foram Brasil e Argentina que não aceitaram a abertura na área petroquímica.

Crédito: Assis Moreira

Postado por Flávio Vieira

Clique aqui para ler na íntegra

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

G20 discute ”reforma do mundo’

G20_2

G20

 

Ministros da Fazenda e presidentes de bancos centrais dos países do G20 trancaram-se neste fim de semana na Escócia para começar a debater o que, com algum exagero, poderia ser chamado de reforma do mundo.
Na linguagem sempre mais prolífica dos comunicados oficiais, o tema central do encontro será a “Moldura para Crescimento Forte, Sustentável e Equilibrado”, lançada na cúpula do grupo em Pittsburgh, faz um mês e meio.

Ainda em linguagem contida, trata-se de “buscar políticas destinadas a evitar que os ciclos de crédito e de preços de ativos se tornem forças de desestabilização e procurar um padrão mais equilibrado de crescimento da demanda global”.
Na prática, o que as negociações preliminares apontam é um nítido confronto entre o mundo rico e os países emergentes em torno de dois pontos: o que é exatamente “crescimento equilibrado” e quem deve ser o xerife a organizar o “padrão mais equilibrado”.
Os emergentes querem que seja o próprio G20 o ator principal do que o jargão chama de “peer review”, ou revisão pelos parceiros das políticas de cada país que possam interferir na saúde econômica dos demais.
Já o mundo rico prefere o FMI que o Brasil rejeita; primeiro porque os ricos têm mais voz e voto do que os emergentes, e, segundo, porque “os ricos não têm experiências passadas com o FMI, ao contrário de nós”.

A reforma do FMI para corrigir o desequilíbrio entre ricos, pobres e emergentes está sendo discutida no fundo e tem data marcada para ser implementada (2011).

Quanto à definição de crescimento “equilibrado”, originalmente se referia ao fato de que um dos fatores relevantes para a crise global de 2008/09 foi o excesso de consumo dos EUA e o excesso de exportações da China (principalmente, mas não exclusivamente; Japão e Alemanha também são apontados como responsáveis por esse desequilíbrio). Na cúpula de Pittsburgh, os EUA tentaram, sem sucesso, uma formulação menos anódina do que a que acabou sendo usada no comunicado final para se referir à “Moldura”.

Tudo somado, fica claro que o relativo consenso das reuniões anteriores do G20, quando a crise concentrava as atenções, tende a se dissolver agora que o grupo passa a olhar para o pós-crise.

Crédito: Clóvis Rossi

Clique aqui para ler na íntegra

Postado por Flávio Vieira

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

BBC:”Muros ao redor do mundo”

Vinte anos após a queda do muro de Berlim, barreiras de diversos tipos, comprimento e altura continuam sendo erguidas em diversos países. Com objetivos diversos, as barreiras atuais seguem dividindo países, regiões e em alguns casos separando famílias e comunidades.

Cisjordânia

Em 2002, o governo israelense iniciou a construção da barreira de separacção entre Israel e Cisjordânia, alegando como objetivo a proteção de seus cidadãos de ataques palestinos.

O que para Israel é uma “parede de segurança” é interpretado do lado palestino como um “muro de apartheid”.

A barreira divisória é ilegal segundo a legislação internacional. 

EUA x México

A fronteira entre México e Estados Unidos tem 3,2 mil quilômetros. O governo americano construiu um muro de metal em um terço de sua extensão para dificultar a passagem de imigrantes ilegais vindos do México e América Central.

Centenas de famílias ficaram separadas pelo muro que atualmente praticamente impede o contato entre os dois lados.

Brasil

O governo do estado do Rio de Janeiro está construindo desde o começo do ano vários muros ao redor de algumas das favelas e bairros pobres que crescem nos morros da cidade.

Segundo as autoridades, o objetivo é evitar que as construções precárias dessas comunidades destruam a vegetação da Mata Atlântica que resta ao redor das favelas.

Na favela da Rocinha o governo concordou em limitar a parede às zonas com risco de deslizamento. O restante será transformado em sítios ecológicos e reservas naturais.

Para alguns críticos, os muros do Rio de Janeiro teriam o objetivo de separar as partes mais pobres da sociedade das mais ricas no que contaria como um “apartheid” social.

Em alguns pontos da fronteira, além do muro há três cercas de arame que impedem qualquer tipo de contato entre os dois lados.

ASSISTA AOS VÍDEOS, pela BBC:  http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091106_murosmundo_video.shtml 

Fonte: BBC – Brasil

Postado por Lais Niman

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

BBC: “Berlim lembra 20 anos da queda do muro”

Visitantes colocam flores no que restou do muro de Berlim

Uma cerimônia na igreja de Gethsemane, em Berlim Oriental, marcou o início das comemorações pelos 20 anos da queda do Muro de Berlim, nesta segunda-feira, na Alemanha. A igreja foi um dos centros de protesto nos meses que antecederam à queda.

Ainda nesta segunda-feira, líderes mundiais farão uma caminhada simbólica pela primeira fronteira da Alemanha Oriental a ser aberta em 1989. A queda do muro levou ao colapso do poder comunista no Leste Europeu, à reunificação alemã e ao fim da Guerra Fria.

A Alemanha Oriental comunista ergueu o muro de concreto com 155 quilômetros de extensão em torno de Berlim Ocidental em 1961 para evitar que moradores do lado comunista fugissem para o reduto capitalista. Acredita-se que mais de cem pessoas tenham morrido tentando escapar pelo muro.

A chanceler alemã Angela Merkel, que cresceu na Alemanha Oriental, está à frente das comemorações desta segunda-feira.

Entre os convidados internacionais, está o ex-líder soviético Mikhail Gorbachev, que vai acompanhá-la na caminhada sobre a ponte Bornholmer, que foi inesperadamente aberta depois de semanas de manifestações a favor da democracia.

Dominós

O presidente francês, Nicolas Sarkozy, o primeiro-ministro britânico, Gordon Brown, e a secretária de Estado americana, Hillary Clinton, também participam das comemorações, junto ao ex-presidente polonês Lech Walesa – que liderou o sindicato Solidariedade contra o regime comunista – e o ex-premiê húngaro Miklos Nemeth, que com a decisão de abrir as fronteiras do país, foi o primeiro a permitir que alemães orientais fugissem para o Ocidente.

Os principais eventos do dia vão ocorrer no portão de Brandemburgo – o símbolo da reunificação alemã em 1990.

Centenas de dominós gigantes feitos de espuma, pintados por jovens com mensagens de liberdade, foram alinhados na linha onde ficava o muro e serão derrubados às 20h (hora local, 17h em Brasília), representando como os governos comunistas da Europa do Leste foram caindo, um após o outro.

As festividades serão encerradas com um show de fogos de artifício e um show com músicos de vários países.

Falta de comunicação

Recentemente, o ex-funcionário do governo comunista da Alemanha Oriental Guenter Schabowski, cujo comentário casual de acabar com as restrições de viagem para a Alemanha Ocidental teria detonado a queda do muro, admitiu que houve uma falha de comunicação com o chefe do partido, Egon Krenz.

Schabowski anunciou o plano durante uma entrevista coletiva transmitida ao vivo pela TV, acrescentando que a medida entraria em vigor “imediatamente”. Ele explicou à BBC que não sabia exatamente quando o muro seria aberto, mas que não fazia sentido anunciar a abertura e não abri-lo.

Schabowski disse que não se arrepende do comentário, porque ele levou à reunificação pacífica da Alemanha.

Na véspera das comemorações, Hillary Clinton pediu novo impulso para liberar os que ainda estão oprimidos. “Nossa história não terminou na noite em que o muro caiu”, disse ela.

“Para expandir a liberdade de mais gente não podemos aceitar que a liberdade não pertença a todas as pessoas.”

 

VEJA A LINHA DO TEMPO COM OS PRINCIPAIS FATOS DE 1989, pela BBC:

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091106_timeline_1989_wide.shtml

 

Fonte: BBC-Brasil

Postado por Lais Niman

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

Zelaya: EE.UU. está ”flaqueando” ante el régimen de Micheletti

  Micheletti puso a entegró las fuerzas de seguridad para  

Micheletti puso a entegró las fuerzas de seguridad para “garantizar el libre ejercicio del sufragio”(Foto: cadenaser.com)

 

El presidente constitucional de Honduras, Manuel Zelaya, afirmó este domingo que Estados Unidos está “flaqueando” y mostrando debilidad ante el gobierno de facto de Roberto Micheletti por lo que exhortó a esa nación a que mantenga firme su posición de velar por el retorno de la legalidad a partir de la restitución del mandatario.“Sentimos que en las últimas declaraciones, los funcionarios de Estados Unidos estén flaqueando y están mostrando debilidad”, denunció Zelaya entrevista exclusiva ofrecida a teleSUR.Dijo que si el gobierno de Barack Obama mantiene una postura débil frente a Micheletti, se revertería todo el trabajo que se ha logrado con el diálogo y los acuerdos que a la final fueron fracasos.”Si mantienen una postura débil frente a los golpistas, sería un efecto fuerte contra todo lo que se ha logrado”, agregó.También instó a sus homólogos de la región a seguir manteniendo firme su posición contra el golpe de Estado que sufrió el pasado 28 de junio, porque sino la figura de la rebelión se extenderá por toda LatinoaméricaAcusó a Micheletti de burlarse del pueblo hondureño al usar el acuerdo Tegucigalpa/San José como no se había planteado en las negociaciones.”No dejemos que la violencia retorne a nuestro sistemas políticos y no permitamos que los golpes se extiendan por nuestra región”, destacó.Asimismo, se refirió a los comicios del 29 de noviembre como un mecanismo que defendemos “nosotros los demócratas” pero cuando se dan las condiciones, y aseguró que los centroamericanos “no queremos volver a las épocas de los 80 y mucho menos vivir procesos como el de Afganistán, que hacen elecciones bajo sangre y fuego”.Manuel Zelaya se mantiene en la embajada de Brasil en Tegucigalpa desde el 21 de septiembre, cuando entró clandestinamente a la nación tras ser expulsado en un golpe de Estado el 28 de junio.teleSUR / PR   Presidente Manuel Zelaya, continúa en la embajada de Brasil en Tegucigalpa. (Foto:Efe)  Presidente Manuel Zelaya, continúa en la embajada de Brasil en Tegucigalpa. (Foto:Efe) teleSUR / PR 

 Fonte: TeleSur TV 

Postado por Lais Niman

9 09UTC Novembro 09UTC 2009

Who Brought Down the Berlin Wall?

Reagan? Economics? The CIA? Why the usual suspects get too much credit. Part of an FP series, 20 years after the fall of the Berlin Wall.

BY CHRISTIAN CARYL | NOVEMBER 6, 2009

Throughout the 40 years of the Cold War, popular uprisings against governments established by the Soviet Union in east-central Europe took place over and over again — in East Berlin in 1953, in Hungary in 1956, in Czechoslovakia in 1968, and in Poland almost too many times to count — but repeatedly failed.

In the fall of 1989, they succeeded. No one saw revolution on the way, and certainly no one could have predicted that it would take place as peacefully as it did. (The exception, of course, was the violent revolution in Romania, but even there the casualty figures were not large.) These were complex events, and the details differed substantially from country to country. Most historians would probably agree that the outcome was the result of a mix of factors. Yet simplified views still abound — and the 20th anniversary of the wall’s fall will offer plenty of opportunity to rehearse some of them yet again. Here’s a reality check on the most persistent myths:

No. 1: It was Ronald Reagan.

In this version of history, U.S. President Ronald Reagan’s resolute hawkishness and emancipatory eloquence saved the day for the free world.

On June 12, 1987, in front of the Brandenburg Gate in West Berlin, Reagan issued a challenge to Soviet leader Mikhail Gorbachev to make good on his promises of liberalization. “Come here, to this gate! Mr. Gorbachev, open this gate! Mr. Gorbachev, tear down this wall!” Reagan’s supporters claim that this speech played a key role in sparking the events of 1989, but there’s little evidence to back this up.

In fact, Reagan’s words left little obvious imprint on the thinking of dissidents behind the Iron Curtain. The opposition movements in East Germany and Czechoslovakia were more peacenik than Grand Old Party; in Poland, Solidarity activists already had their own pope as a moral beacon. Neither the Washington Post nor the New York Times even ran Reagan’s speech on the front page. Some Reaganites tended to regard the speech as a grand bit of political theater, intended mainly for consumption back home, with limited real-world repercussions. Reagan’s own national security advisor, Frank Carlucci, later recalled thinking, “It’s a great speech line. But it will never happen.”

And in West Berlin itself — where the late-1980s population included a disproportionate number of Greens and counterculture refugees from West Germany’s draft — the applauders were outnumbered by the rioters, who chose to protest against Reagan’s conservative policies rather than applaud his chutzpah. If anything, it was Reagan’s willingness, throughout most of his second term, to meet Gorbachev halfway that helped the Soviet leader back away from the use of force — an achievement that led British journalist Victor Sebestyen to dub Reagan “America’s Leading Dove.”

No. 2: It was inevitable.

Those who hold this view usually argue that history was on the side of the protesters because Communist Party leaders wouldn’t have dared to use force.

It certainly didn’t look that way at the time. The June 4 massacre in Beijing’s Tiananmen Square — and to some extent the violence used by pro-regime forces in Romania — vividly demonstrate that resorting to firepower remained an option. In China the use of force proved successful in defending the regime’s claim to power; in Romania it didn’t. But that failure might have been precisely because Romania’s uprising had already been preceded by peaceful revolts elsewhere in Central Europe, thereby fatally undermining the system’s defenders.

Had East Germany’s much more efficient communist leadership resorted to force to put down anti-government protests, the chilling effect could have swept across the entire region. It was an option that Erich Honecker and his cronies in the East German Politburo considered very seriously indeed. In September 1989, East German TV aired frequent paeans to the “resolute” approach of their Beijing comrades. One broadcast featured a member of the party’s paramilitary force vowing to “defend socialism with a gun in the hand.”

On Oct. 9, 1989, the authorities handed live ammunition to security forces ahead of the scheduled “Monday Demonstration” in Leipzig and mobilized hospitals to prepare for the large numbers of casualties that would have resulted. (As it happened, some 50,000 people took to the streets that evening.) But a last-minute effort by local notables and party leaders to avert violence saved the day from bloodshed. The history of Europe would have looked far different if they hadn’t.

No. 3: It was the CIA.

According to this theory, U.S. spies, by aiding the enemies of their enemy, fatally weakened and ultimately brought down the Soviet Union.

It’s true that the U.S. spooks in Langley helped the Afghan mujahideen, who played a critical role in weakening Soviet power during the 1980s. They also made sure that funds and equipment flowed to Solidarity in Poland with the help of John Paul II’s Vatican.

But in most pivotal events of 1989, the CIA was decidedly behind the curve. In the second half of the 1980s it consistently failed to deduce Gorbachev’s true intentions. As late as September 1988 the CIA was still issuing memoranda that predicted the continued survival of the Eastern European regimes. When the Berlin Wall came down and the White House demanded information, the embarrassed U.S. spies had to admit that they had no agents in place in East Berlin or the Kremlin.

Milton Bearden, who was then in charge of CIA operations against the Soviet bloc, had spent that historic night watching CNN. “It was hard to confess that there were no Soviet spies worth a damn — they all had been rounded up and killed, and no one at the CIA knew why,” wrote New York Times‘ Tim Weiner in his history of the CIA, Legacy of Ashes. (The reason was the mole within the CIA, Aldrich Ames, who had already betrayed every U.S. asset in the Soviet Union he had identified.)

No. 4: It was the KGB.

Communism lost out in 1989, but many individual communists (and reborn communist parties) ended up doing quite well, giving rise to persistent KGB conspiracy theories.

As British journalist Edward Lucas recently wrote, “The dissidents, for the most part, proved hopeless politicians and while most Eastern European countries are now in the European Union and NATO, they are largely run by former members of the Communist Party.” But that observation is not the same as alleging, as some conspiracy theorists do, that the events of 1989 were engineered by the KGB to allow certain Bolsheviks to continue enjoying the perks of power.

The theory is easily discounted in East Germany, where members of the secret police, the hated Stasi, were subject to harsh scrutiny and, in some cases, arrest.

As for the KGB itself, recently released archival documents reveal that the Soviet spooks were just as out of the loop as the U.S. spies. When the East German communist leadership decided to liberalize travel regulations, inadvertently inspiring its citizens to trek to the wall and demand passage through, the government neglected to inform the Soviets.

Perhaps most incredibly, aides to Gorbachev didn’t even bother to wake him up during the night that the wall was falling apart. The man who would later get the credit for freeing Eastern Europe actually slept through the main event.

No. 5: It was all about economics.

By this interpretation, those big public demonstrations in east-central Europe may have looked impressive, but what really drove change in 1989 was the economy.

This view is a vast oversimplification. Yes, the economic weakness of the Soviet system was already clear for the world to see. And yes, the governments in East Berlin, Warsaw, Bucharest, and elsewhere in the Warsaw Pact countries were staggering under huge loads of foreign debt that greatly constrained their ability to react to turmoil at home. (East Germany’s foreign debt, for example, reached $26.5 billion by 1989. Merely servicing that obligation cost $4.5 billion annually, nearly 60 percent of export earnings.)

Yet the experience of Cuba and North Korea — which were essentially bankrupt by 1989 as well, and which nearly collapsed when the ex-Soviet Union withdrew most of its support for them — have shown that communist regimes are perfectly capable of surviving beyond their economic due dates through sheer determination to keep the lid on.

Neither did the fact that Eastern European communists owed all their debt to Western bankers prove a great liability, as some have alleged. That might have been the case if the United States and its allies had been willing to exert financial leverage to specific policy ends. In fact, the story of 1989 is very much one of Western political caution. From Helmut Kohl to Margaret Thatcher to George H.W. Bush, Western leaders were reluctant to do anything that could be interpreted as “destabilizing” the region.

In reality it was the crowds on the streets in Berlin, Prague, and Bucharest that fused inchoate anger at the regimes into an immediate and urgent challenge to the apparatchiks’ power and legitimacy.

The sudden surge in popular discontent, coupled with such other factors as the rise of Mikhail Gorbachev and his refusal to use Soviet troops to suppress protests; the moribund economies of the Warsaw Pact states; the gradual loss of belief in Marxist ideology among populations and functionaries alike; and a much greater flow of information about the West to the countries of the East all contributed to the events of 1989. Yet in their quest for a simple explanation, historians continue to look for The One.

 

Fonte: Foreign Policy

Postado por Lais Niman

6 06UTC Novembro 06UTC 2009

Projeto ORBIS: Mais de 60 páginas, 700 artigos, 1000 comentarios e 50 mil visitas!!!

Lucem accipe ut reddas (receba a luz para que possa passá-la adiante) Lucem accipe ut reddas (receba a luz para que possa passá-la adiante)

Conheça o NECCINT

Participe do Projeto ORBIS

Postado por

Luiz Albuquerque

6 06UTC Novembro 06UTC 2009

Financial Times: Brasil é ’superpotência pronta para alimentar o mundo’

brazil_food_flag

Além de já ser um enorme produtor agrícola, o Brasil ainda tem grande potencial de crescimento neste setor. Mas é preciso cuidar para que este crescimento se dê sobre a produtividade e não sobre as reservas naturais "virgens" que nós ainda temos.

O jornal britânico Financial Times traz em sua edição desta quinta-feira um caderno especial dedicado a oportunidades de investimento no Brasil em que chama o país de “superpotência agrícola pronta para alimentar o mundo” mas aponta para deficiências no setores de infra-estrutura e educação.

Lembrando que o país foi um dos que se saiu melhor na recessão, e que muitos de seus setores não foram sequer afetados, o FT afirma que se o Brasil mantiver o rumo de sua política econômica e social e se não houver outra grande recessão no mundo, o mais provável é que continue no caminho do crescimento, apresentando uma série de oportunidades de investimento em diferentes setores.

“O sucesso demorou muito tempo a chegar e a noção de que o país está mudando está alcançando os brasileiros a um ritmo lento”, afirma a reportagem de abertura, explicando que a classe média emergente – que este ano, pela primeira vez, corresponde a mais da metade da população, segundo dados do governo – é uma das forças por trás deste crescimento.

O jornal diz que o país, “maior exportador mundial de carne, frango, suco de laranja, açúcar, etanol, tabaco e soja”, se consolidou nas últimas duas décadas como superpotência agrícola, e que esse status se deve à modernização e ganhos em eficiência. O FT lembra ainda que, apesar dos fortes influxos de investimentos no país, para alcançar seu potencial, ainda são necessárias mudanças no país.“O Brasil precisa de muito mais, não apenas para se preparar para a Copa do Mundo de 2014 e para as Olimpíadas de 2016. Estradas, ferrovias, portos, energia e outras infra-estruturas vitais precisam de expansão e modernização.”

O jornal lembra que o setor de educação, por exemplo, é um dos que precisa melhorar, e que os níveis de escolaridade no país ainda deixam a desejar em comparação a outros na região e em situação semelhante, como a China ou a Coreia do Sul. egundo o FT, ainda existe também uma diferença muito grande entre a região Nordeste e o resto do país e aponta para o forte – e ainda pouco explorado – potencial do setor de turismo. O diário elogia os setores de agricultura, bancos, mercado de capitais e ainda elogia o programa de transferência de renda bolsa família, afirmando que ele faz “diferença real”.

Preocupação

Para o jornal, os investidores estarão atentos a mudanças no país, e casos recentes, que demonstram maior intervenção do Estado na economia, podem ser vistos como motivo de preocupação. O FT cita especificamente a criação de uma nova empresa para explorar as reservas do pré-sal, e a pressão sobre a Vale para que diversifique seus investimentos. “No pior dos casos, a combinação de um aprofundamento da crise global e uma mudança na política poderia levantar barreiras no que parece ser um caminho certo para um crescimento mais rápido”, diz a reportagem. “Mas por agora, parece improvável que essas preocupações tirem o país do rumo”, conclui.

O FT traz reportagens sobre setor bancário, mercados de capitais, meio ambiente, turismo, políticas sociais, Nordeste, açúcar, agricultura, mineração, petróleo, energia, educação, infra-estrutura, moda, e sobre o medo da violência depois que o Rio foi escolhido como a sede das Olimpíadas. Apesar do cenário ainda indefinido em relação à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o jornal diz que dificilmente um dos dois principais pré-candidatos até agora (a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff e o governador de São Paulo, José Serra) vai mudar os rumos do país drasticamente.

“O desempenho ruim e as dúvidas em relação a si mesmo vão persistir”, diz o jornal, “mas o enorme potencial do país e seus tremendos recursos naturais e humanos estão finalmente chegando perto de alcançar o futuro brilhante que não muito tempo atrás parecia destinado a permanecer para sempre fora de alcance”.

Fonte http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2009/11/091105_pressftinvestimento_ba.shtml

Postado por

Luiz Albuquerque

6 06UTC Novembro 06UTC 2009

“Adeus periferia”. Carta Capital entrevista Emb. Samuel Pinheiro Guimarães

Samuel Pinheiro Guimaraes

Embaixador Samuel Pinheiro Guimarães, um dos principais formuladores da política externa do Governo Lula

Pouco conhecido e muito falado, o embaixador Samuel Pinheiro Guimarães deixou a Secretaria de Relações Exteriores do Itamaraty para ocupar, há duas semanas, a Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República. Trata-se do homem acusado de tentar doutrinar diplomatas e de ser o representante do anti-imperialismo mais retrógrado nas relações internacionais do governo Lula. 

O tempo lhe deu razão ao defender a política Sul-Sul, de favorecimento das relações com a África e os vizinhos sul-americanos. Em entrevista exclusiva à CartaCapital, o embaixador, que aos 70 anos estava às vésperas de se aposentar do serviço público, assume seu nacionalismo e as restrições à globalização, e acusa os governos anteriores de terem se alinhado “em excesso” aos EUA. 

Chamado de “guru de Hugo Chávez” pelo próprio Lula, Guimarães recebeu do presidente a incumbência de planejar estratégias para 2022, quando se completam 200 anos de independência. Muito embora, para o autor de Quinhentos Anos de Periferia (Contraponto Editora), o futuro do “país do futuro” já tenha chegado. “Ainda há muito a ser feito, mas o Brasil está deixando a periferia, sem dúvida.”

CC: O senhor chegou a ter um cargo no governo Fernando Henrique Cardoso, do qual foi afastado por fazer restrições públicas à entrada do País na Área de Livre Comércio das Américas (Alca), é assim?
SPG:
Em 1995, fui designado diretor do Instituto de Pesquisas de Relações Internacionais e fiquei no cargo até 2001. Expressei minha opinião sobre o que considerava serem riscos para a economia brasileira se o País viesse a participar da Alca. Em entrevistas, artigos e até no meu -livro Quinhentos Anos…, que é anterior, de 1999, onde há todo um capítulo sobre esse tema. Dois anos depois, acharam que o debate não era oportuno. E eu achei que era.

CC: O tempo mostrou que o senhor estava correto.
SPG:
Sim, teria sido gravíssimo. Hoje não teríamos o Banco do Brasil como banco estatal, nem a Caixa, nem o BNDES, que foi o que permitiu que escapássemos de um impacto maior da crise financeira. Sofremos um impacto na área de exportações, porque os outros países foram se contraindo. Mas internamente não, em grande parte porque o sistema de crédito brasileiro era regulamentado e, se viesse a ser assinada a Alca, seria altamente desregulamentado. Eram as ideias da época. Por outro lado, não teríamos a Petrobras e, portanto, não sei se teríamos o pré-sal.

CC: O senhor tem se envolvido na questão energética. Será uma de suas prioridades na secretaria?
SPG:
Uma das áreas que o presidente indicou foi o desenvolvimento de um projeto para o Brasil em 2022. Isso abrange, naturalmente, energia. Nós gostaríamos, também, que o Brasil tivesse certo nível de renda. Isso significa aumento da produção e aumento dos investimentos, inclusive na área de energia. Outra questão importante é definir uma estratégia de desenvolvimento da Amazônia.

CC: O senhor se considera um nacionalista?
SPG:
Considero que coloco os interesses do Brasil, dos brasileiros, das empresas brasileiras, acima dos interesses das que não são.

CC: A política Sul-Sul foi ideia sua?
SPG:
Não me considero formulador da política externa. O presidente e o ministro Celso Amorim tinham uma ideia muito precisa das prioridades. A primeira era a relação com os vizinhos da América do Sul, depois a África. Só aí já temos praticamente dois terços do Sul. O presidente, quando tomou posse, tinha uma vastíssima experiência internacional que na época não se deram conta, tinha feito mais de uma centena de viagens ao exterior. O primeiro mandatário estrangeiro que recebeu em sua casa foi Helmut Schmidt (chanceler alemão de 1974 a 1982), se não me engano. Quando visitou a Líbia pela primeira vez como presidente, com grande preocupação da imprensa, já tinha ido três vezes antes, conhecia o líder da revolução. Era totalmente experiente no trato das questões internacionais. E Celso Amorim já tinha sido embaixador junto às Nações Unidas, em Genebra, em Londres. Também tinha uma vasta experiência internacional, em temas políticos e econômicos, o que não é muito comum. Talvez, pelo que já escrevi, tenha tido possibilidade de colaborar para que certos temas fossem considerados estratégicos, como a questão da integração sul-americana.

CC: O Brasil está deixando a periferia de que o senhor trata no seu livro?
SPG:
Ainda há muito a ser feito, mas, sem dúvida, está deixando. O número de pessoas abaixo da linha de pobreza caiu, cresceu a chamada classe média. Aumentou o número de pessoas pobres na universidade, através do ProUni, os empregos formais. O salário mínimo subiu acima da inflação. O Brasil é o segundo maior -país subdesenvolvido em termos de ingresso de capitais, depois da China. E os capitais estrangeiros vêm porque é lucrativo, não viriam para perder. Não que muitas coisas não existissem, mas há uma diferença na qualidade e na quantidade muito grande. As exportações se multiplicaram por quatro, o comércio com a África quintuplicou. No entanto, há um silêncio conveniente sobre os sucessos… Pode-se sempre dizer: multiplicou por cinco, mas… É a famosa palavra que hoje se encontra com frequência, “mas”… Como a manchete que vi outro dia: ‘O emprego aumentou, mas a informalidade não diminuiu’. Há sempre um “mas”.

CC: O senhor acha que existe uma má vontade com o governo?
SPG:
Não é má vontade. Hoje em dia, especificamente, há uma questão política, de embate político entre partidos.

CC: A mídia está incluída nisso?
SPG:
Diria que há uma insuficiente cobertura das realizações e uma excessiva cobertura de microeventos. Toma-se um pequeno evento, cria-se uma enorme celeuma, depois ele desaparece. Não é comprovado e desaparece. Mas a população brasileira sabe das realizações do governo. Ninguém tem esses índices de popularidade após seis anos e meio por acaso.

CC: Após a escolha do Rio para as Olimpíadas, começou a haver releituras do livro Brasil, o País do Futuro, de Stefan Zweig, antes visto de forma pejorativa, como se o Brasil nunca fosse para…
SPG:
Sim, a ideia depreciativa de que o Brasil é do presente, nunca do futuro. Talvez Zweig tenha sido um profeta, talvez o futuro já tenha chegado. O futuro está em curso.

CC: O presidente Lula chama o senhor de guru do Hugo Chávez. Como é isso?
SPG:
O presidente Chávez tomou conhecimento do meu livro Quinhentos Anos… e leu, segundo disse, várias vezes. De modo que é uma forma carinhosa de o presidente se manifestar. E um exagero. Chávez não precisa de guru. 

CC: Recentemente, o ex-ministro das Relações Exteriores mexicano Jorge Castañeda insinuou em uma entrevista que a ideia de abrigar Manuel Zelaya na embaixada brasileira em Honduras foi sua.
SPG:
Não tem nada disso. O presidente Zelaya procurou a Embaixada do Brasil. Ele é o presidente eleito, legítimo, que foi deposto por um golpe de força. Então é o presidente que o Brasil reconhece. Os golpistas é que não podem ter embaixador aqui.

CC: O senhor tem fama de ser um professor muito rígido no Instituto Rio Branco. É mesmo?
SPG:
Ao contrário, sou um professor muito leniente. A senhora já encontrou a minha ampulheta? (Foi publicado que Guimarães contava o tempo dos subordinados com uma ampulheta.) Nunca existiu. As pessoas vão inventando coisas.

CC: O senhor foi acusado de doutrinar diplomatas, obrigando-os a lerem livros supostamente esquerdistas.
SPG:
Era uma ideia de reciclagem. Quando o diplomata retornava ao Brasil, antes de voltar a trabalhar, pedia que lessem certos livros. Primeiro, a vida do Barão do Rio Branco: as pessoas devem conhecer o patrono de sua casa. É um livro do Álvaro Lins, considerado a melhor biografia do barão. Depois, um livro sobre a economia do Brasil de 1930 a 1964, do professor Ricardo Bielchowski, com prefácio de Roberto Campos e Celso Furtado, o que mostra sua isenção. Tanto um economista mais à esquerda quanto outro mais à direita acham que é um livro muito bem-feito. E, por último, Brasil, Argentina e Estados Unidos, de Luiz Alberto Moniz Bandeira. No dia em que ler livros for considerado algo ruim, estaremos muito mal.

CC: Como o senhor responde às acusações de ser antiamericano?
SPG:
Não me considero antiamericano, sou sempre a favor do Brasil. Os EUA são o país mais importante do mundo. Em todas as questões, a posição americana é muito importante, fundamental. Meio ambiente, comércio, questões militares, políticas. Mas a visão dos EUA às vezes é diferente da do Brasil, isso não tem nada de mais. Agora, em muitas ocasiões do passado, as pessoas julgaram que era conveniente para o Brasil se alinhar com os EUA de uma forma, na minha opinião, excessiva.

CC: Li que o senhor também detesta a globalização…
SPG:
Ninguém pode detestar um fenômeno, a globalização é um processo histórico. Mas talvez o mundo estivesse mais integrado antes da Primeira Guerra Mundial do que hoje. As pessoas podiam viajar sem passaporte, migrar livremente de um país para outro, não havia nenhuma restrição ao fluxo de capital… Se nós tivéssemos cumprido a política neoliberal que advogava a globalização, estaríamos hoje numa situação dificílima, gravíssima. Se estamos nos recuperando é porque os governos anteriores, ao aplicar as políticas neoliberais, não conseguiram avançar até onde desejavam.

CC: Como o senhor é comunista e se filiou ao PRB, partido do bispo Marcelo Crivella, da Igreja Universal? É um comunismo cristão?
SPG:
É outra desinformação. Fui indicado pelo PRB para o cargo, mas não sou filiado ao partido.

CC: E comunista, é?
SPG:
Acho que isso não se coloca… Não sou filiado a nenhum partido, nem ao PT. Sou um progressista

Fonte: http://www.cartacapital.com.br/app/materia.jsp?a=2&a2=8&i=5414 

Postado por

Luiz Albuquerque

5 05UTC Novembro 05UTC 2009

V Feira da Inovação Social apresenta projetos que impulsionam o desenvolvimento e a equidade

Serão apresentados os programas mais inovadores de toda América Latina e Caribe que contam com maior participação comunitária e baixos custos, desenvolvidos para superar a pobreza.
(05 de novembro de 2009) Uma organização brasileira criou uma metodologia que facilita a adoção de crianças maiores de cinco anos; indígenas imigrantes recebem saúde de qualidade, na Costa Rica; mulheres mexicanas produzem alimentos típicos para exportação a imigrantes nos Estado Unidos, melhorando consideravelmente sua renda. Todas estas iniciativas contribuíram de forma eficaz na luta contra a pobreza, a desigualdade e a exclusão social em suas comunidades. Em comum, têm a inovação social, a ativa participação cidadã e custos razoáveis.

 

De 11 a 13 de novembro será realizada a Feira da Inovação, na Plazoleta de los Mártires[embed]http://www.rree.go.cr/onu-paz.jpg[/embed], Universidade de San Carlos de Guatemala, USAC. Serão expostas as 18 iniciativas mais inovadoras dentre as apresentadas nos últimos dois anos no concurso Experiências em Inovação Social, promovido pela CEPAL, com apoio da Fundação W.K. Kellogg.

Os expositores representam os 13 projetos de oito países da Região, selecionados como finalistas do ciclo 2008-2009 do concurso:

Avós Conta Contos, Argentina
Defensoria da Água e dos Direitos Humanos, Argentina
Inserção Sócio-trabalhista de Recicladores Urbanos com Estratégia em Rede, Argentina
Apoio a Produtores Familiares do Grande La Plata. Banca Social, Argentina
Anjo da Guarda: o Direito de Toda Criança Crescer em Família, Brasil
Observatório Social de Maringá, Brasil
Convivência no Semiárido: Acesso à Água, à Solidaridade e à Cidadania, Brasil
Do Lixo à Reabilitação: uma Esperança Integradora, Chile
Atenção em Saúde Integral para a População Indígena Altamente Móvil, Costa Rica
Projeto Binacional de Investimento de Remessas para Processar Alimentos Típicos, México
Famílias Andinas Educadoras: Apoio à Assistência Escolar de Crianças, Peru
Geração de Renda e Emprego na Criação de Gado no Planalto, Peru
Conta quem conta: Alfabetização com a Família em Comunidades Vulneráveis, Uruguai

Os ganhadores do ano passado também estarão na V Feira da Inovação:

Copa Água Fresca da Liga de Meio Ambiente de Futebol, Belize
Programa para Gestão do Conflito Escolar “Hermes”, Colômbia
Fortalecimento das Finanças Populares em Azuay e Cañar: um Contexto de Alta Imigração, Equador
Do Acampamento ao Bairro: Um Teto para Chile, Chile
Nossas marcas, Aprendizagem da Escola Tradicional para a Interculturalidade, Argentina

Autoridades da CEPAL, da Fundação Kellogg e da USAC abrirão a Feira na quarta-feira, 11 de novembro. Às 17 horas será dada uma conferência magistral sobre inovação social: James McHale, Vice-Presidente da Fundação Kellogg, discorrerá sobre o papel das fundações na inovação social, e Martín Hopenhayn, Diretor da Divisão de Desenvolvimento Social da CEPAL, falará sobre inovação e desenvolvimento social.

Na sexta-feira, 13 de novembro, às 15 horas, será realizada a Cerimônia de Premiação. O ganhador receberá 30.000 dólares; o segundo, 20.000; o terceiro, 15.000; e o quarto e quinto, 10.000 e 5.000 dólares, respectivamente.

O projeto Experiências em Inovação Social identifica e promove a implementação criativa de iniciativas inovadoras, com participação ativa da comunidade, como uma maneira de fortalecer a cidadania e, consequentemente, a democracia.

Maiores informaçõe no site da CEPAL ou da Fundação W.K. Kellogg para a América Latina e o Caribe, pelo telefone (56 2) 210-2297 ou, ainda, pelos e-mails: innovacion.socialcepal.org ou vferiainnovacionsocialgmail.com.

Postado por: Matheus Luiz Puppe Magalhaes